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Posts Tagged ‘Sundown’

A Sundown motos Brasil & Movimento S.A. dá sinais de retorno ao mercado das duas rodas. A notícia mais recente sobre a marca é de que há um novo distribuidor exclusivo de motopeças.
A HM Comércio de Autopeças, razão social da Máquina HM, conquistou a exclusividade para distribuição de componentes originais junto à Sundown Motos após ter adquirido grande estoque das peças e ainda importado um volume significativo de peças para composição de seu mix de produtos.
O novo distribuidor é uma empresa nova, mas composta por pessoas que atuam no segmento duas rodas já há duas décadas e que irá trabalhar com peças e acessórios no mercado multimarcas em todo o Brasil.

“A HM não pertence à Sundown e nem possui sociedade com a fábrica”, Como explica Júlio César Victor, gerente comercial da HM: “é uma empresa independente e que não possui vínculo com a Sundown ou qualquer outra do segmento. Os produtos são todos comprados — originais SDW ou Multimarcas — e posteriormente vendidos por seus representantes”.

Peças para reposição da frota

Perguntado sobre a razão dos revendores de autopeças comprarem peças Sundown originais, Victor responde: “existe um grande número de motocicletas Sundown na frota circulante que ficou sem o abastecimento correto de peças durante mais de um ano.
Esse abastecimento está sendo normalizado através da HM que irá disponibilizar as peças no mercado multimarcas e, proporcionar aos proprietários de motocicleta Sundown a oportunidade de encontrar as peças com maior facilidade, mesmo onde não existe mais concessionários”.
Vale a pena comprar peças Sundown para revender? Segundo Victor, sim. “0 revendedor que investir na compra de peças Sundown certamente fará um bom negócio, irá aumentar as vendas de sua loja com um produto que dá boas margens de venda”, diz.

E, caso a marca abra concessionária na mesma região onde o lojista já venda as  peças, o abastecimento não terá prejuízos, é o que afirma o gerente comercial da HM Comércio de peças: “Mesmo que seja montado alguma concessionária na região, os clientes que tiverem relacionamento comercial com a HM terão estoque de peças garantido”.

Sundown: voltou, estacionou ou faliu?
É conhecida essa pergunta. Já faz algum tempo que as interrogações começaram a povoar o tema ‘Sundown’ nas conversas de motociclistas, proprietários ou não de motos da marca, e entre jornalistas e ex-concessionários que ficaram sem notícias desde 2011 e mais ainda neste ano.
Tudo o que se sabia até o momento era a aquisição da Sundown pelo Grupo Binotto, depois uma tentativa de retomada do mercado, a ausência de última hora da marca no Salão Duas Rodas de 2011, o website que saiu do ar e voltou a funcionar muitos meses depois e por fim, a notícia de que a Sundown iria indenizar dívidas trabalhistas mediante pagamento a seus empregados em produtos, no caso, motos Max SE e SED, como informado no site do Sindicato dos metalúrgicos do Amazonas.

Mas a Sundown está retornando aos poucos ao mercado. Isso é reforçado pela informação de que a fábrica segue produzindo as motos normalmente, segundo informado por fonte que fez contato com o blog, e está tentando retomar seu mercado a partir deste ano.

 

Os modelos em produção atualmente são as Max SE e SED, a Future , a Web (que voltará a ser produzida) e a Outlook. Esta última pouco vista até o momento.

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[esta não é uma postagem paga. O autor ou o blog não receberam nenhum pagamento, seja em mercadoria, seja em espécie ou facilidades para fazer esta postagem]

É fato que a Sundown está aos poucos, voltando à atividade. E é também fato que muitos proprietários de motos da marca tem tido dificuldades em encontrar todas a s peças de que precisam para manter suas máquinas em dia.

Então, coloco aqui informação de pelo menos três lojas onde pode-se fazer contato para conseguir peças:

Starbikes motos (SP) – Revendedor Autorizado Sundown
http://www.starbikesmotos.com.br/

Av. São Miguel, 5291
Ponte Rasa – São Paulo – SP

(11) 2042-7155
(11) 2041-2817
(11) 2041-0622

—–
Minas & Trilhas (MG) – Revendedor Autorizado Sundown

Av. Dom Pedro II, 3239 – Caiçara

(31) 2526-1099
(31) 2515-1299

—-

Reviza Moto Peças (MS) – Multimarcas (adquiriu instalações e estoque de peças da antiga revenda Sundown em Campo Grande)

Av. Calógeras, 990
Campo Grande – MS

(67) 3045-4949
(67) 3324-6600

——-

E claro, aquela informação que já foi publicada há alguns posts atrás:

CONTATO –
O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

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voltando da hibernação

ela está voltando...

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(Matéria originalmente publicada no jornal O Estado de Minas. in: http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/motos/2011/06/02/interna_motos,43947/sundown-motos-marca-retorna-aos-poucos.shtml)

Depois de meses sem contato até com revendas, produção paralisada e dificuldades na assistência técnica, nova direção promete reerguer empresa e primar pelo pós-venda

Paula Carolina – Estado de Minas Publicação: 02/06/2011 17:16

Gerente da concessionária Minas e Trilhas, Zannuzi Cavalcanti assegura que motos compradas na revenda não ficarão sem garantia
Gerente da concessionária Minas e Trilhas, Zannuzi Cavalcanti assegura que motos compradas na revenda não ficarão sem garantia

Depois do atribulado ano de 2010, que culminou com o fechamento da fábrica, em Manaus, a partir de setembro, a nova diretoria da Sundown Motos garante vida nova.

O presidente, Fernando Buffa, afirma que a produção foi normalizada em março e ressalta que a marca já pensa em novos produtos para este ano. Ele também pretende investir no pós-venda, inclusive promovendo cursos de capacitação para a equipe de mecânicos das concessionárias autorizadas. Na prática, no entanto, a falta de peças ainda é o grande drama dos consumidores.

No fim de 2009, quando a empresa passava por problemas inclusive de origem fiscal, tiveram início as negociações com a atual diretoria. “Nós adquirimos uma pequena participação societária em 2009, num contrato de cogestão, que nos daria a possibilidade de exercer a compra do controle da empresa dentro de um ano.

Opção que fizemos em meados do ano passado. Foi um processo demorado, que terminou no fim do ano, quando tudo para. Então só conseguimos colocar em pé a estrutura financeira em janeiro, quando reabrimos a fábrica. Voltamos a produzir na última semana de fevereiro, sendo de maneira regular a partir de março”, justifica Buffa.

Segundo ele, apesar de dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) indicarem parada na produção em agosto (quando foram produzidas só quatro motocicletas), e ainda sem uma retomada, atualmente já estão sendo produzidas de 2,3 mil a 2,4 mil motos por mês. Informação que apenas não foi passada à associação. E ele acrescenta que, até o fim do ano, pretende ampliar a produção para 4 mil ou 4,5 mil.

De fato, as concessionárias já estão reabastecidas e com modelos 2011.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA – Além de reerguer a fábrica, o novo presidente pretende investir na formação de mecânicos. “O pós-venda é o que conta e é nisso que estamos investindo. Se você procura uma oficina autorizada e sua mota não fica boa, vai embora insatisfeito com a marca”, afirma.

Buffa pretende ir além, incentivando as oficinas autorizadas a se tornarem multimarcas, com o objetivo de atrair novos clientes. “Quanto melhor o serviço, mais você atrai o consumidor para a concessionária.

Se você gosta do serviço e depois eu apresento um produto novo, existe toda a chance de comprar”, continua. Mas, antes de partir para a conquista de novos clientes, a Sundown precisa cuidar do próprio quintal.

A reclamação sobre falta de peças ainda é frequente nas concessionárias e são diversos os processos judiciais originados na época em que a fábrica deixou de operar e, simplesmente, não havia nenhum tipo de contato com clientes, conforme mostrou Veículos na edição de 2 de fevereiro.

Segundo Buffa, resolver o problema das peças é só uma questão de gestão, sendo o fornecimento obviamente de total interesse da fábrica. Ele garante que o mercado será reabastecido com as peças necessárias.

PESQUISA – E gestão de peças é exatamente o que está fazendo a concessionária Minas e Trilhas, única representante da marca em Belo Horizonte. A gerente, Zannuzi de Holanda Cavalcanti, conta que, para amenizar o problema, começou a pesquisar e participar de diversas feiras ligadas ao setor de duas rodas, em busca de peças do mercado paralelo que pudessem amenizar os problemas, pelo menos dos veículos cuja garantia já expirou.

“Encontrei muitos fornecedores no Brasil e isso está resolvendo bastante. Do básico, eu tenho tudo. Só é mais difícil a carenagem”, afirma. “Há pouco, fiz um pedido de R$ 25 mil em peças, dos quais já recebi R$ 9,5 mil”, acrescenta.

Com relação aos veículos ainda dentro do período de garantia – quando normalmente é exigida a peça original –, Zannuzi afirma que a fábrica já voltou a atender e a revenda não está tendo problemas. “A gente manda um e-mail para a fábrica e eles enviam a peça”, garante. O problema ainda é o tempo de espera, em torno de 15 dias. “Mas o que é de revisão normal, é de imediato”, assegura.

Ainda segundo Zannuzi, a partir do mês que vem, o abastecimento com peças originas deve estar normalizado. A gerente da Minas e Trilhas ainda garante que, mesmo havendo algum inconveniente no que diz respeito à garantia, para as motocicletas compradas na concessionária (que está há três anos no mercado), a revenda arca com a garantia e assume qualquer responsabilidade.

CONTATO –  O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

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Texto abaixo é a íntegra da resposta recebida na manhã desta quinta-feira, 11/02/2010. Posteriormente, farei uma edição de um novo post, com meus comentários pessoais sobre as respostas. Leitores, tirem suas dúvidas sobre o que queriam tanto saber:

Bom dia,

Abaixo as respostas do porta-voz da empresa, Sr.Walther Biselli Jr.

Cibele Marques

Marketing & Trade – Sundown Motos, Bikes e Peças

Al. Araguaia, 3327 – Tamboré – 06455-000 – Barueri – SP

Fone: 55 11 **** ****

Fax: 55 11 **** ****

http://www.sundownnet.com.br/

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Quando, afinal, a Sundown Brasil e Movimento irá lançar novas motos no mercado? Que motos serão essas? A Hawk, a Outlook, a nova V-Blade (sem o motor em V), as esportivas carenadas e

naked serão lançadas quando? – AFINAL, o cronograma de lançamentos prevê: Triciclo targos=Fevereiro , Hawk = março , STX off Road = março/abril , quadriciclo 300 cc 4 x 4 = abril , Outlook e Vblade = Maio , esportivas carenadas – junho/julho

Foram apresentadas no Salão Duas rodas do ano passado, mas até agora, nada! Só especulação na imprensa, boatos e desmentidos e nada de novidades nas revendas. – NÃO SEI DE ONDE O JORNALISTA TIROU INFORMAÇÒES DE BOATOS E DESMENTIDOS, JÁ QUE INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA DEVEM SE BASEAR EM FONTES OFICIAIS

A Hunter 100cc vai passar por alguma modificação? Minha moto é deste modelo (2008/2009), comprada quase em 2010 e os modelos montados até agora ainda são 2008/2009. Ela vai ser descontinuada ou terá alguma atualização? Se for atualizada, as peças novas serão compatíveis com o modelo anterior, para que donos como eu possam deixar suas pequenas ainda melhores?- AS PEÇAS FUNCIONAIS SEGUEM O MESMO PADRÃO, PORTANTO PODERÃO SER USADAS. A LINHA 2010 (HUNTER, MAX, FUTURE, STX, MOTARD) ESTARÁ DISPONIVEL APÓS O CARNAVAL- CONCORDO PARCIALMENTE. A PÓS-VENDA DAS MARCAs citadas não parece estar com o desempenho citado pelo jornalista

E essa reestruturação da Brasil e Movimento: terminou ou ainda está longe de acabar? O que a nova diretoria está esperando pra 2010? O que vai ser feito pra reconquistar o mercado? Vejo que outros fabricantes como Dafra e Kasinski-Zongshen estão ultrapassando a Sundown em número de emplacamentos, qualidade de pós-venda e número de clientes, variedade de produtos e lançamentos. Até quando vamos esperar alguma reação?- CONCORDO PARCIALMENTE. A PÓS-VENDA DAS MARCAS CITADAS, SEGUNDO DADOS DISPONIVEIS, NÃO PARECE SEGUIR A INDICAÇÃO DO JORNALISTA. REESTRUTURAÇÕES NUNCA ACABAM-ELAS TEM FASES, E A 1ª. FASE ESTÁ SENDO CONCLUIDA EM MARÇO – AS OUTRAS FASES , POR QUESTÒES DE SEGREDOS E CONFIDENCIALIDADE, SERÃO IMPLEMENTADAS DENTRO DE UM CRONOGRAMA DE CONHECIMENTO DA DIRETORIA, E À MEDIDA QUE OCORRAM SERÃO DIVULGADAS À EMPRESA ESPECIALIZADA
Quem são os parceiros chineses da Sundown? Ainda é a QingQi? Existe algum programa de melhoria e desenvolvimento de produtos aqui no Brasil? Ou as motos são essas, como são produzidas na China e ponto final, não há o que mudar, a menos que o fornecedor tenha essa iniciativa? – A QUNGQUI SEGUE SENDO NOSSO PRINCIPAL PARCEIRO, MAS A ZHONSHENG TAMBEM AINDA É FORNECEDORA ; O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO OCORRE DESDE OS LANÇAMENTOS DOS PRODUTOS. NÓS SEMPRE MUDAMOS OS PROJETOS ORIGINAIS DA CHINA DESDE O PRINCIPIO, E SEGUIREMOS FAZENDO AS ADAPTAÇÕES E INOVAÇÒES NECESSÁRIAS- ATUALMENTE OS PROJETOS FLEX E INJEÇÃO ELETRONICA SÃO DOIS EXEMPLOS EM ANDAMENTO

Tenho desejo de auxiliar com sugestões de melhorias especificamente no projeto da Hunter 100cc. O que devo fazer e como devo fazer isso? – SE CADASTRANDO EM NOSSO SITE

As aparições na mídia, quando voltam? Não vejo nenhum comercial na tv, nem em revistas, jornais ou novas mídias. Só vejo um tímido merchandising no chamado Programa do Ratinho, no SBT. Mas é só. Já há alguma previsão de quando a Sundown voltará a anunciar? Institucional da marca ou produtos? – SÓ A PARTIR DE ABRIL. O RATINMHO NÃO ACHOU O MERCHANDISING TÍMIDO!

Novidades Sundown para 2010

-Modelos novos; descontinuados; alterados; estoques antigos ainda em montagem. – JÁ RESPONDIDO
-Mídia: o que esperar? VIDE ACIMA
-Reestruturação: o que e quem mudou? Quais os novos rumos da empresa e de seus produtos?- VIDE ACIMA
-Parcerias: segue a Qingqi ou outra(s) marca(s) oriental fará parte da cooperação? – VIDE ACIMA
-Administração da página na internet: alguma novidade?
-Programa de aperfeiçoamento e desenvolvimento de produtos: existe? Como sugerir? – VIDE ACIMA

Lamento se fui muito ácido com as críticas, mas é que espero mais da marca, da empresa e dos produtos. Só de saber que se importam, senão com o cliente, pelo menos com o mercado, já é sinal de que há algum interesse em continuar crescendo na preferência do consumidor. – SEPARAR A ACIDEZ DO DEVER DE INFORMAR É UMA VIRTUDE, EMBORA AMBAS ANDEM JUNTAS

E por favor, respondam adequadamente à esta mensagem, pois quero saber o que é feito – ESPERO TER ATENDIDO OS ANSEIOS DO JORNALISTA/CONSUMIDOR“.

Agora é com você, leitor: comente este texto!

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A leitora Patrícia postou um comentário que creio que deve ser as dúvidas de muitas pessoas que chegam aqui no blog: que moto comprar? Dafra ou Sundown? Hunter 100 ou Super 100?

Veja o que a Patrícia escreveu:

“Cara! que sorte, heim?

Estava procurando matérias sobre motos de baixas cilindradas e cá encontrei o seu blog! Muito bom!
Parabéns.

No post você citou a Super100 da Dafra como comparação a Hunter. A Dafra tem realmente qualidade inferior?
A Hunter satisfaz para percorrer distâncias pequenas? tipo casa-academia-trabalho-faculdade-casa?
E sobe ladeiras normal? Ou é forçar muito?

Desculpa por tantas perguntas é que fiquei interessada na Hunter, porém não conheço muito de moto.

Abraços e boa recuperação!”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E eu respondi a ela num texto longo, mas onde procurei ser esclarecedor, expondo meus pontos de vista:

Boa tarde, Patrícia!

Inicialmente, quero lhe agradecer pela sua visita ao blog, pela suas perguntas e por suas estima de minha recuperação.

Bom, vamos lá:

– Longe de se desculpar, você tem mais é que perguntar mesmo. É perguntando que passamos a saber sobre alguma coisa. E para mim, é muito bom responder perguntas como as suas, pois me estimula a pesquisar sobre novos assuntos.

-Sobre as motos, a primeira coisa que tem-se que ter em mente é que são duas motos de baixo custo produzidas na China, pelo mesmo fabricante: Qingqi e comercializadas no Brasil pela Dafra e Sundown por preços bastante parecidos: R$ 2990,00 em média, sem incluir o emplacamento e documentação.

Visualmente, as duas são gêmeas idênticas, com uma sutil diferença na alavança do afogador: na Super 100 é um pino de metal curvado em “L” e na Sundown é uma peça plástica semelhante a uma válvula/torneira. Ambas são projetos simplificados de motos urbanas, remetendo aos anos 70.

Os motores produzem potência equivalente, na casa dos 7,07 cv (como comparação, a Suzuki Yes tem 125cc de cilindrada e quase 15cv de potência). Os números se assemelham também no consumo: com média de 40 a 50 km/litro e tanque de combustível com total de 10 litros, com ligeira vantagem da Hunter, que tem 1,5 litro de reserva (8,5 litros sem a reserva).

E na hora de abastecer, começam algumas diferenças sutis: uma queixa comum de donos de Super 100 é que a moto vaza combustível pela tampa do tanque quando totalmente abastecida, por mais que se troque a tampa por outra de mesma marca e modelo.

Este é um problema que ainda não experimentei na Hunter. Normalmente uso-a até “secar o tanque”, quando falta pouquíssimo para se esgotar a reserva. Daí abasteço os dez litros, ficando no limite do abastecimento recomendado pelo fabricante. É completar o tanque, fechar e seguir trajeto. Nenhuma gota escorre de lá. Não podendo se dizer o mesmo da Super 100.

Um item de comodidade que ambas possuem é o bagageiro na traseira, que serve para transportar pequenos volumes e como alça para um eventual passageiro na garupa. Em ambas, convém não colocar peso em excesso sobre essa peça:para cada 1kg colocado sobre o bagageiro traseiro, é como se fossem colocados na verdade 7kg sobre a peça.

E aí a Dafra mostra outra vez uma face de pouca resistência: uma outra queixa tão comum quanto o vazamento de combustível é a quebra das ferragens do bagageiro, por uma, duas e até três vezes consecutivas, seja trocando a peça ou ressoldando-a.

Outro fator negativo comum é a ocorrência de infiltração de águal no painel da Dafra, havendo casos comuns de substituição integral do painel, sem que contudo, o problema fosse solucionado.

Não é intriga nem disse-me-disse. É o que verifico nos fóruns de motos e motociclismo: relatos de donos de uma e outra moto e suas dores de cabeça e alegrias.

Minha pequena Hunter atualmente está com 799,1km rodados, desde setembro/2009 e até o momento só apresentou erros de montagem pela concessionária, logo no início do uso e todos foram solucionados sem que fossem cobrados valores para isso.

Apenas essa queda que sofri é que fez com que fossem trocadas 12 peças integrantes da moto, incluindo-se aí o painel todo, que ficou bastante avariado no acidente.

No mais, a Hunter é uma motinho muito boa. É honesta: você paga 3 mil reais e vai receber uma moto que vale esse dinheiro, centavo a centavo.

No trânsito, ela é bem esperta, ágil e boa de saída nos sinais, deixando normalmente muita CG e Titan pra trás.

O consumo, como lhe disse, é campeão: de 40 a 50km/l. A motinho é leve: 86kg de peso seco e comporta uma carga máxima de 150kg somando-se o piloto, garupa, equipamentos e bagagem. Na minha Hunter, já cheguei perto desse limite carregando uma pessoa na garupa e a moto não negou serviço nem deu sinais de fraqueza.

Conferi o relato de um dono de Hunter que pesa 80kg e frequentemente anda com a esposa, que pesa menos de 60 e a motinho segue firme andando bem.

Para pequenas distâncias é uma boa pedida. Rodava com minha moto até a data do acidente uma média de 100, 120km/semana, indo de casa para o trabalho e voltando de segunda a sexta. E aos finais de semana, indo visitar amigos em bairros distantes ou simplesmente, dando uma volta na cidade pra espairecer.

Para o seu trajeto (casa, malhação, trabalho, facul e casa) ela tem tudo pra te atender bem.

O que destaco de negativo, tanto nela quanto na Super 100 são três coisas:


1 – a espuma do banco deveria ser mais densa (não dura, densa), pois após uma hora ininterrupta de andança ou mais, começa-se a sentir a ferragem do banco sob o corpo, mas isso ocorreu comigo apenas uma vez.

2 – Outro ponto ruim são os freios, que eu considerei muito pequenos pra ambas as motos, mesmo sendo de baixa cilindrada. Na dúvida, use bem o freio-motor e dirija de forma preventiva/defensiva, antecipando as reduções de velocidade e marcha quando necessário.

3 – o nível de ruído é um pouco alto do meu ponto de vista nas duas motos, mas isso é amenizado após os primeiros mil km rodados (amaciamento).

De positivo, o consumo, a valentia do motor, a baixa manutenção (Hunter. Dafra não tenho como avaliar, mas vê-se que há uma melhor aceitação da Hunter), a potência do farol da Hunter é algo a se destacar: ilumina bem, inclusive, é mais claro e tem facho mais longo comparado com motos como a Suzuki Yes / Honda CG/Titan/Fan e o baixíssimo índice de roubo.

E pra terminar, antes que eu me esqueça: a Hunter 100cc não tem medo de ladeiras. Na cidade em que moro (Campo Grande-MS), passo por uma série de ladeiras, de variadas inclinações, pois a cidade está sobre uma serra e a motinho se desloca com muita valentia. Mesmo com garupa.

Meu comentário final é este: estou satisfeito com minha Hunter100cc. Não tenho como recomendar a compra desta ou daquela marca/produto, mas no que te posso dizer de comparativo, ficaria novamente com uma Hunter, se fosse pensar em trocar de moto.

Grande abraço e continue lendo este blog. Muito obrigado pelo seu comentário!

Daniel Francelino.

Editor.

a tarde, Patrícia!

Inicialmente, quero lhe agradecer pela sua visita ao blog, pela suas perguntas e por suas estima de minha recuperação.

Bom, vamos lá:

– Longe de se desculpar, você tem mais é que perguntar mesmo. É perguntando que passamos a saber sobre alguma coisa. E para mim, é muito bom responder perguntas como as suas, pois me estimula a pesquisar sobre novos assuntos.

-Sobre as motos, a primeira coisa que tem-se que ter em mente é que são duas motos de baixo custo produzidas na China, pelo mesmo fabricante: Qingqi e comercializadas no Brasil pela Dafra e Sundown por preços bastante parecidos: R$ 2990,00 em média, sem incluir o emplacamento e documentação.

Visualmente, as duas são gêmeas idênticas, com uma sutil diferença na alavança do afogador: na Super 100 é um pino de metal curvado em “L” e na Sundown é uma peça plástica semelhante a uma válvula/torneira. Ambas são projetos simplificados de motos urbanas, remetendo aos anos 70. Os motores produzem potência equivalente, na casa dos 7,07 cv (como comparação, a Suzuki Yes tem 125cc de cilindrada e quase 15cv de potência). Os números se assemelham também no consumo: com média de 40 a 50 km/litro e tanque de combustível com total de 10 litros, com ligeira vantagem da Hunter, que tem 1,5 litro de reserva (8,5 litros sem a reserva).

E na hora de abastecer, começam algumas diferenças sutis: uma queixa comum de donos de Super 100 é que a moto vaza combustível pela tampa do tanque quando totalmente abastecida, por mais que se troque a tampa por outra de mesma marca e modelo. Este é um problema que ainda não experimentei na Hunter. Normalmente uso-a até “secar o tanque”, quando falta pouquíssimo para se esgotar a reserva. Daí abasteço os dez litros, ficando no limite do abastecimento recomendado pelo fabricante. É completar o tanque, fechar e seguir trajeto. Nenhuma gota escorre de lá. Não podendo se dizer o mesmo da Super 100.

Um item de comodidade que ambas possuem é o bagageiro na traseira, que serve para transportar pequenos volumes e como alça para um eventual passageiro na garupa. Em ambas, convém não colocar peso em excesso sobre essa peça:para cada 1kg colocado sobre o bagageiro traseiro, é como se fossem colocados na verdade 7kg sobre a peça. E aí a Dafra mostra outra vez uma face de pouca resistência: uma outra queixa tão comum quanto o vazamento de combustível é a quebra das ferragens do bagageiro, por uma, duas e até três vezes consecutivas, seja trocando a peça ou ressoldando-a.

Outro fator negativo comum é a ocorrência de infiltração de águal no painel da Dafra, havendo casos comuns de substituição integral do painel, sem que contudo, o problema fosse solucionado.

Não é intriga nem disse-me-disse. É o que verifico nos fóruns de motos e motociclismo: relatos de donos de uma e outra moto e suas dores de cabeça e alegrias.

Minha pequena Hunter atualmente está com 799,1km rodados, desde setembro/2009 e até o momento só apresentou erros de montagem pela concessionária, logo no início do uso e todos foram solucionados sem que fossem cobrados valores para isso. Apenas essa queda que sofri é que fez com que fossem trocadas 12 peças integrantes da moto, incluindo-se aí o painel todo, que ficou bastante avariado no acidente.

No mais, a Hunter é uma motinho muito boa. É honesta: você paga 3 mil reais e vai receber uma moto que vale esse dinheiro, centavo a centavo.

No trânsito, ela é bem esperta, ágil e boa de saída nos sinais, deixando normalmente muita CG e Titan pra trás. O consumo, como lhe disse, é campeão: de 40 a 50km/l. A motinho é leve: 86kg de peso seco e comporta uma carga máxima de 150kg somando-se o piloto, garupa, equipamentos e bagagem. Na minha Hunter, já cheguei perto desse limite carregando uma pessoa na garupa e a moto não negou serviço nem deu sinais de fraqueza. Conferi o relato de um dono de Hunter que pesa 80kg e frequentemente anda com a esposa, que pesa menos de 60 e a motinho segue firme andando bem.

Para pequenas distâncias é uma boa pedida. Rodava com minha moto até a data do acidente uma média de 100, 120km/semana, indo de casa para o trabalho e voltando de segunda a sexta. E aos finais de semana, indo visitar amigos em bairros distantes ou simplesmente, dando uma volta na cidade pra espairecer.

Para o seu trajeto (casa, malhação, trabalho, facul e casa) ela tem tudo pra te atender bem.

O que destaco de negativo, tanto nela quanto na Super 100 são três coisas:

1 – a espuma do banco deveria ser mais densa (não dura, densa), pois após uma hora ininterrupta de andança ou mais, começa-se a sentir a ferragem do banco sob o corpo, mas isso ocorreu comigo apenas uma vez.

2 – Outro ponto ruim são os freios, que eu considerei muito pequenos pra ambas as motos, mesmo sendo de baixa cilindrada. Na dúvida, use bem o freio-motor e dirija de forma preventiva/defensiva, antecipando as reduções de velocidade e marcha quando necessário.

3 – o nível de ruído é um pouco alto do meu ponto de vista nas duas motos, mas isso é amenizado após os primeiros mil km rodados (amaciamento).

De positivo, o consumo, a valentia do motor, a baixa manutenção (Hunter. Dafra não tenho como avaliar, mas vê-se que há uma melhor aceitação da Hunter), a potência do farol da Hunter é algo a se destacar: ilumina bem, inclusive, é mais claro e tem facho mais longo comparado com motos como a Suzuki Yes / Honda CG/Titan/Fan e o baixíssimo índice de roubo.

E pra terminar, antes que eu me esqueça: a Hunter 100cc não tem medo de ladeiras. Na cidade em que moro (Campo Grande-MS), passo por uma série de ladeiras, de variadas inclinações, pois a cidade está sobre uma serra e a motinho se desloca com muita valentia. Mesmo com garupa.

Meu comentário final é este: estou satisfeito com minha Hunter100cc. Não tenho como recomendar a compra desta ou daquela marca/produto, mas no que te posso dizer de comparativo, ficaria novamente com uma Hunter, se fosse pensar em trocar de moto.

Grande abraço e continue lendo este blog. Muito obrigado pelo seu comentário!

Daniel Francelino.

Editor.

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Como acredito que uma boa empresa é aquela que além de ter bons produtos, é a que tem bom atendimento às dúvidas de quem a procura,  seja o solicitante cliente ou não, na terça-feira desta semana (11/8) mandei o seguinte e-mail para o SAC da Sundown:

“Já há alguma previsão de lançamento de novos modelos ainda este ano ou em 2010?

A publicidade ainda está restrita à Rede TV ou já há alguma ação em mídia nacional (explico: em meu estado, não há sinal disponível da Rede TV. Somente Sbt, Record, Globo e Band)?

Estou interessado na compra à vista de uma Hunter 100cc. As cores oferecidas são somente preta e vermelha ou há a opção prata, como informada no site de vocês? Fui na loja Motomoto, em Campo Grande (e em outras) e me informaram em todas que só há Hunter nas cores preta ou vermelha.

Ainda é oferecida a assistência técnica 24 horas?

Me cadastrei para receber as newsletter de vocês, mas, pasados mais de 2 meses de o meu cadastro, ainda não recebi nenhuma notícia ou mensagem. Isto está certo? Me cadastrei da seguinte forma:

(endereço completo – dado sigiloso)

Fico no aguardo de resposta o mais breve possível, pois estou com a quase totalidade do valor necessário para a compra em mãos e as informações que me fornecerem serão decisivas para o fechamento da compra.”

Pois bem, surpresa: na quarta-feira, 12/8 ainha não havia nenhuma resposta. O que me motivou a mandar o segundo e-mail:

“Bom dia.

Estou encaminhando mais este e-mail, pois estou ainda esperando uma resposta às minhas perguntas. Sobre as cores, já verifiquei novamente e são apenas preta ou vermelha, podendo desconsiderar esta minha pergunta.

Mas e sobre novidades? Pelo que me parece, o site só traz assuntos de 2008, não há nenhuma novidade sobre algum novo modelo? Alterações nos modelos existentes….nada?

Por gentileza, respondam às minhas perguntas o mais breve possível. Estou apostando na marca e nos seus produtos, estou interessado na compra de uma Hunter 100, a qual pretendo pagar inclusive à vista, mas não percebo ao menos a contrapartida de interesse da marca em manter contato com seus potenciais clientes.

R$ 2990,00 é o preço que está sendo pedido numa Hunter 100cc em minha cidade. Porém, é o mesmo preço oferecido na mesma praça pela Super 100, modelo da concorrente Dafra Motos, com a diferença de que, nas lojas, ainda estão me oferecendo descontos para a compra à vista, ou ainda, fornecendo um par de capacetes e abastecimento completo do tanque, fora que ainda podem entregá-la em minha casa, se eu assim preferir.

Que diferencial de mercado, na marca e no produto Sundown Hunter 100cc me é oferecido?

Este contato com o cliente é muito importante para mim. Não desejo comprar um produto sem ter a certeza do que estou comprando, e principalmente, sem saber que quem o produz, se importa com seu cliente e se há disposição para solução de problemas e questionamentos pré-venda, venda e pós-venda.

Atte.:

Daniel.
potencial consumidor, em aguardo de respostas.”

Veremos agora quando é que vão responder este e-mail. Curioso é que não se recebe nem mesmo uma resposta automática de aviso de recebimento da mensagem.

E aí, você já teve alguma dificuldade com o serviço de SAC de alguma empresa? Recomendo a leitura do “Senhor, estarie te irritando“. O “Senhor,” é um blog do Raphael Crespo e conta as agruras sofridas por ele com os serviços de atendimento ao consumidor.

Outra dica é o www.reclameaqui.com.br, site onde os consumidores podem fazer reclamações, tal como no Procon. E até com contato das empresas mais rápido que no órgão público.

Vale a pena dar uma olhada em ambos os sites!

PS: Se você tem moto ou pretende ter (que nem eu), fique à vontade para comentar suas boas ou más experiências a bordo das duas rodas.

PS 2 (escrito nesta quinta, às 8h37 – CGR): Quinta-feira, 13/8 e até agora, nenhuma resposta em minha caixa de e-mails. Vou entrar em contato pelo SAC 0800-701-0366 / 9912 e ver o que está havendo, ou melhor, o que não está havendo…

Me desejem sorte…

Tomara que eu não tenha que esperar tanto assim...

Tomara que eu não tenha que esperar tanto assim...

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