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[esta não é uma postagem paga. O autor ou o blog não receberam nenhum pagamento, seja em mercadoria, seja em espécie ou facilidades para fazer esta postagem]

É fato que a Sundown está aos poucos, voltando à atividade. E é também fato que muitos proprietários de motos da marca tem tido dificuldades em encontrar todas a s peças de que precisam para manter suas máquinas em dia.

Então, coloco aqui informação de pelo menos três lojas onde pode-se fazer contato para conseguir peças:

Starbikes motos (SP) – Revendedor Autorizado Sundown
http://www.starbikesmotos.com.br/

Av. São Miguel, 5291
Ponte Rasa – São Paulo – SP

(11) 2042-7155
(11) 2041-2817
(11) 2041-0622

—–
Minas & Trilhas (MG) – Revendedor Autorizado Sundown

Av. Dom Pedro II, 3239 – Caiçara

(31) 2526-1099
(31) 2515-1299

—-

Reviza Moto Peças (MS) – Multimarcas (adquiriu instalações e estoque de peças da antiga revenda Sundown em Campo Grande)

Av. Calógeras, 990
Campo Grande – MS

(67) 3045-4949
(67) 3324-6600

——-

E claro, aquela informação que já foi publicada há alguns posts atrás:

CONTATO –
O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

Expectativa

E a minha motinho está na oficina (multimarcas, visto que a Sundown deixou órfãos em Campo Grande).

Duas coisas eu digo:

1 – O valor por peças mesmo originais, ainda é bem mais barato que numa concessionária autorizada.

2 – Tô numa expectativa lascada sobre como a moto vai ficar quando sair da oficina.

Torçam por nós!

voltando da hibernação

ela está voltando...

(Matéria originalmente publicada em: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/10347/cadastroboletim.aspx)

 
Depois de um bom tempo no limbo e sem produzir de outubro a janeiro, a Sundown Motos esboça reação. A marca chegou a ocupar o terceiro lugar em emplacamentos por nove meses entre 2004 e 2006, mas entrou em forte declínio com a crise mundial de 2008. Segundo o antigo presidente, Walther Biselli, a empresa só não fechou por causa da boa participação da marca em cidades do interior.

Em dezembro de 2009, Biselli anunciou um investimento de R$ 15 milhões em novos produtos por parte dos empresários Edilson Binotto e Fernando Buffa. A promessa das novidades, para janeiro de 2010, não se concretizou.

Muitas revendas fecharam. Sobre essa demora na reação e as perspectivas para um mercado mais concorrido, Fernando Buffa, atual presidente da empresa, falou com exclusividade à Automotive Business. Aos 51 anos, o engenheiro mecânico formado pela USP em São Carlos (SP) promete novos modelos para o início de julho de 2011.

Automotive Business – De acordo com os números publicados pela Abraciclo, a Sundown parou de produzir motos em outubro de 2010.

Fernando Buffa – De fato, a produção ficou parada até janeiro deste ano. Voltamos a produzir e estamos montando entre 2,3 mil e 2,4 mil unidades por mês, distribuídas entre os modelos Web 100, Future 125, Max 125 e Hunter 100. [Nota da redação: todos estes modelos fazem parte da linha antiga, que a marca já montava antes crise de 2008.]

Quantas revendas permanecem abertas e como a Sundown convencerá empresários a investir novamente numa concessionária da marca? Eles terão algum tipo de facilidade, vantagens, campanhas na TV?
Temos 184 pontos de venda, 110 concessionárias e 67 oficinas autorizadas. Para a abertura de concessionárias estamos dando prioridade às regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul.

Apresentamos a eles um plano de trabalho com base no desenvolvimento de produtos, serviços e especialmente no pós-vendas, que para mim é o ponto mais importante. Reconheço problemas com a marca. Vender é um desafio, mas manter o produto é um desafio ainda maior.

Qual é o investimento para abrir uma concessionária Sundown?
Numa cidade de porte médio e estimativa de venda de 40 a 50 motos por mês, são necessários cerca de R$ 200 mil, incluindo capital de giro, produtos e instalações, fora o ponto. Para uma cidade grande e volume de 80 a 90 motos por mês, esse valor sobe para R$ 320 mil a R$ 330 mil.

E os produtos novos, quando chegam? Eles foram prometidos para janeiro de 2010.
Chegam às revendas em julho. Teremos um novo scooter, o Outlook 150, renovamos a V-Blade 250 cc e haverá também uma esportiva de 250 cc, a Roadwin. Durante o primeiro semestre de 2010 houve conflitos que não permitiram que a empresa andasse, como problemas para a transferência das ações da Tophill. Um processo que normalmente levaria duas a três semanas levou quatro meses.

A Sundown chegou a ser a terceira em vendas no Brasil, mas agora existem novos concorrentes. Com quem a marca vai dividir mercado?
Vamos brigar com Suzuki, Dafra e Kasinski, mas com serviços muito melhores.

E a produção de bicicletas, como está? Houve um período em que as redes de hipermercados eram repletas de modelos Sundown.
Não fazemos mais bicicletas. Não temos como produzi-las aqui pela margem que fica para nós quando vendemos para as redes de hipermercados.

E o que garante que a marca não vai morrer e que esses novos anúncios e nossa conversa não são apenas uma cortina de fumaça?
O que garante é que eu e meu sócio (Edilson Binotto) não gostamos de jogar dinheiro fora. Estamos fazendo investimentos na marca e em forma de patrocínio automobilístico (em modalidades como Fórmula Indy e Racing Festival). Temos contratos a cumprir.

Como esclarecimento, segundo a Sundown, o processo de reestruturação societária a que a companhia se submeteu teve alguns desdobramentos recentes.

As empresas ESB (Edilson Binotto) e Phenix (Fernando Buffa) concluíram o processo de aquisição das ações do fundo de participações Tophill e conjuntamente passaram a deter 78,28% do capital da Brasil & Movimento (B&M), tornando-se, desta forma, os novos controladores da empresa.

Completam a sociedade a Holding Airumã, com 14,77%, e a empresa SWN, com 6,95%.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/10347/cadastroboletim.aspx

(Matéria originalmente publicada no jornal O Estado de Minas. in: http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/motos/2011/06/02/interna_motos,43947/sundown-motos-marca-retorna-aos-poucos.shtml)

Depois de meses sem contato até com revendas, produção paralisada e dificuldades na assistência técnica, nova direção promete reerguer empresa e primar pelo pós-venda

Paula Carolina – Estado de Minas Publicação: 02/06/2011 17:16

Gerente da concessionária Minas e Trilhas, Zannuzi Cavalcanti assegura que motos compradas na revenda não ficarão sem garantia
Gerente da concessionária Minas e Trilhas, Zannuzi Cavalcanti assegura que motos compradas na revenda não ficarão sem garantia

Depois do atribulado ano de 2010, que culminou com o fechamento da fábrica, em Manaus, a partir de setembro, a nova diretoria da Sundown Motos garante vida nova.

O presidente, Fernando Buffa, afirma que a produção foi normalizada em março e ressalta que a marca já pensa em novos produtos para este ano. Ele também pretende investir no pós-venda, inclusive promovendo cursos de capacitação para a equipe de mecânicos das concessionárias autorizadas. Na prática, no entanto, a falta de peças ainda é o grande drama dos consumidores.

No fim de 2009, quando a empresa passava por problemas inclusive de origem fiscal, tiveram início as negociações com a atual diretoria. “Nós adquirimos uma pequena participação societária em 2009, num contrato de cogestão, que nos daria a possibilidade de exercer a compra do controle da empresa dentro de um ano.

Opção que fizemos em meados do ano passado. Foi um processo demorado, que terminou no fim do ano, quando tudo para. Então só conseguimos colocar em pé a estrutura financeira em janeiro, quando reabrimos a fábrica. Voltamos a produzir na última semana de fevereiro, sendo de maneira regular a partir de março”, justifica Buffa.

Segundo ele, apesar de dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) indicarem parada na produção em agosto (quando foram produzidas só quatro motocicletas), e ainda sem uma retomada, atualmente já estão sendo produzidas de 2,3 mil a 2,4 mil motos por mês. Informação que apenas não foi passada à associação. E ele acrescenta que, até o fim do ano, pretende ampliar a produção para 4 mil ou 4,5 mil.

De fato, as concessionárias já estão reabastecidas e com modelos 2011.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA – Além de reerguer a fábrica, o novo presidente pretende investir na formação de mecânicos. “O pós-venda é o que conta e é nisso que estamos investindo. Se você procura uma oficina autorizada e sua mota não fica boa, vai embora insatisfeito com a marca”, afirma.

Buffa pretende ir além, incentivando as oficinas autorizadas a se tornarem multimarcas, com o objetivo de atrair novos clientes. “Quanto melhor o serviço, mais você atrai o consumidor para a concessionária.

Se você gosta do serviço e depois eu apresento um produto novo, existe toda a chance de comprar”, continua. Mas, antes de partir para a conquista de novos clientes, a Sundown precisa cuidar do próprio quintal.

A reclamação sobre falta de peças ainda é frequente nas concessionárias e são diversos os processos judiciais originados na época em que a fábrica deixou de operar e, simplesmente, não havia nenhum tipo de contato com clientes, conforme mostrou Veículos na edição de 2 de fevereiro.

Segundo Buffa, resolver o problema das peças é só uma questão de gestão, sendo o fornecimento obviamente de total interesse da fábrica. Ele garante que o mercado será reabastecido com as peças necessárias.

PESQUISA – E gestão de peças é exatamente o que está fazendo a concessionária Minas e Trilhas, única representante da marca em Belo Horizonte. A gerente, Zannuzi de Holanda Cavalcanti, conta que, para amenizar o problema, começou a pesquisar e participar de diversas feiras ligadas ao setor de duas rodas, em busca de peças do mercado paralelo que pudessem amenizar os problemas, pelo menos dos veículos cuja garantia já expirou.

“Encontrei muitos fornecedores no Brasil e isso está resolvendo bastante. Do básico, eu tenho tudo. Só é mais difícil a carenagem”, afirma. “Há pouco, fiz um pedido de R$ 25 mil em peças, dos quais já recebi R$ 9,5 mil”, acrescenta.

Com relação aos veículos ainda dentro do período de garantia – quando normalmente é exigida a peça original –, Zannuzi afirma que a fábrica já voltou a atender e a revenda não está tendo problemas. “A gente manda um e-mail para a fábrica e eles enviam a peça”, garante. O problema ainda é o tempo de espera, em torno de 15 dias. “Mas o que é de revisão normal, é de imediato”, assegura.

Ainda segundo Zannuzi, a partir do mês que vem, o abastecimento com peças originas deve estar normalizado. A gerente da Minas e Trilhas ainda garante que, mesmo havendo algum inconveniente no que diz respeito à garantia, para as motocicletas compradas na concessionária (que está há três anos no mercado), a revenda arca com a garantia e assume qualquer responsabilidade.

CONTATO –  O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

Ordem na casa

Olá!

O Editor

Passado um longo tempo, estou voltando às postagens aqui no blog. Peço minhas sinceras desculpas por ter ficado tanto tempo sem postar uma linha sequer aqui. Daqui a algumas horas, farei uma nova postagem, mais longa do que essa, fazendo o traçado de por que tanta ausência da minha parte a um público leitor tão fiel. 

Meus agradecimentos por suas mais de 12,7 mil visitas. Minhas desculpas.

Daniel Francelino.

Editor.

Texto original: Equipe Sobremotos (sobremotos@sobremotos.com.br). Direitos autorais reservados ao autor.

Sexta, 6 Agosto 2010

A Sundown Motos finalmente tem incorporados novos sócios em sua composição societária para dar fôlego em sua tentativa de recuperação de mercado. Desde o último dia 5 de agosto foi oficialmente confirmada a nova composição societária da Sundown com a entrada de dois novos sócios, conforme já havia sido antecipado por http://www.sobremotos.com.br As empresas ESB, de Edilson Binotto, também diretor-presidente do Grupo Binotto, um dos maiores grupos de logística e transportes do Brasil, e Phenix, de Fernando Buffa, fabricante de motores para motocicletas e ex-TMT Motoco, são os novos controladores da empresa, com 78,28% do capital da B&M adquiridos do Fundo de Participações Tophil.

Embora não tenha sido divulgado, o valor da transação deve ter ficado em torno dos 15 milhões de reais. A Holding Airumã, da família Rosa, da qual Claudio Rosa é integrante e atual presidente da CRZongshen, também já tendo sido diretor industrial da própria Sundown, mantém sua participação de 14,77%. A empresa SWN, de José Martins Lechetta, também se mantém com 6,95%. Finalmente tendo sido concluído este processo, também foi alterada a direção da empresa. Fica à frente da presidência do Conselho de Administração José Martins Lechetta, que pessoalmente tratará dos processos inerentes à rede de concessionários da marca, bem como com o relacionamento com entidades de classe e governamentais. Walther Biselli, que liderou a Sundown nos piores momentos de sua história deixa a empresa. Assume a presidência o próprio acionista Fernando Buffa, também acumulando interinamente a diretoria industrial. As demais diretorias também tiveram seus executivos alterados.

Agora, com todo esta nova “cara”, espera-se que finalmente a Sundown possa apresentar uma nova linha de produtos, que sabe-se que já vinham sendo desenvolvidos na gestão de Biselli, apesar de todas as restrições financeiras, que a rede concessionários seja reestruturada, que uma maior atenção ao pós-venda seja dispensada e que a marca e seus respectivos produtos voltem a ser bem comercializados por todo o Brasil.

In: http://sobremotos.solupress.com/sobremotos/news/articles/article5061.asp