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Archive for the ‘SAC – Dúvidas’ Category

[esta não é uma postagem paga. O autor ou o blog não receberam nenhum pagamento, seja em mercadoria, seja em espécie ou facilidades para fazer esta postagem]

É fato que a Sundown está aos poucos, voltando à atividade. E é também fato que muitos proprietários de motos da marca tem tido dificuldades em encontrar todas a s peças de que precisam para manter suas máquinas em dia.

Então, coloco aqui informação de pelo menos três lojas onde pode-se fazer contato para conseguir peças:

Starbikes motos (SP) – Revendedor Autorizado Sundown
http://www.starbikesmotos.com.br/

Av. São Miguel, 5291
Ponte Rasa – São Paulo – SP

(11) 2042-7155
(11) 2041-2817
(11) 2041-0622

—–
Minas & Trilhas (MG) – Revendedor Autorizado Sundown

Av. Dom Pedro II, 3239 – Caiçara

(31) 2526-1099
(31) 2515-1299

—-

Reviza Moto Peças (MS) – Multimarcas (adquiriu instalações e estoque de peças da antiga revenda Sundown em Campo Grande)

Av. Calógeras, 990
Campo Grande – MS

(67) 3045-4949
(67) 3324-6600

——-

E claro, aquela informação que já foi publicada há alguns posts atrás:

CONTATO –
O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

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Texto abaixo é a íntegra da resposta recebida na manhã desta quinta-feira, 11/02/2010. Posteriormente, farei uma edição de um novo post, com meus comentários pessoais sobre as respostas. Leitores, tirem suas dúvidas sobre o que queriam tanto saber:

Bom dia,

Abaixo as respostas do porta-voz da empresa, Sr.Walther Biselli Jr.

Cibele Marques

Marketing & Trade – Sundown Motos, Bikes e Peças

Al. Araguaia, 3327 – Tamboré – 06455-000 – Barueri – SP

Fone: 55 11 **** ****

Fax: 55 11 **** ****

http://www.sundownnet.com.br/

—————————————————————————-

Quando, afinal, a Sundown Brasil e Movimento irá lançar novas motos no mercado? Que motos serão essas? A Hawk, a Outlook, a nova V-Blade (sem o motor em V), as esportivas carenadas e

naked serão lançadas quando? – AFINAL, o cronograma de lançamentos prevê: Triciclo targos=Fevereiro , Hawk = março , STX off Road = março/abril , quadriciclo 300 cc 4 x 4 = abril , Outlook e Vblade = Maio , esportivas carenadas – junho/julho

Foram apresentadas no Salão Duas rodas do ano passado, mas até agora, nada! Só especulação na imprensa, boatos e desmentidos e nada de novidades nas revendas. – NÃO SEI DE ONDE O JORNALISTA TIROU INFORMAÇÒES DE BOATOS E DESMENTIDOS, JÁ QUE INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA DEVEM SE BASEAR EM FONTES OFICIAIS

A Hunter 100cc vai passar por alguma modificação? Minha moto é deste modelo (2008/2009), comprada quase em 2010 e os modelos montados até agora ainda são 2008/2009. Ela vai ser descontinuada ou terá alguma atualização? Se for atualizada, as peças novas serão compatíveis com o modelo anterior, para que donos como eu possam deixar suas pequenas ainda melhores?- AS PEÇAS FUNCIONAIS SEGUEM O MESMO PADRÃO, PORTANTO PODERÃO SER USADAS. A LINHA 2010 (HUNTER, MAX, FUTURE, STX, MOTARD) ESTARÁ DISPONIVEL APÓS O CARNAVAL- CONCORDO PARCIALMENTE. A PÓS-VENDA DAS MARCAs citadas não parece estar com o desempenho citado pelo jornalista

E essa reestruturação da Brasil e Movimento: terminou ou ainda está longe de acabar? O que a nova diretoria está esperando pra 2010? O que vai ser feito pra reconquistar o mercado? Vejo que outros fabricantes como Dafra e Kasinski-Zongshen estão ultrapassando a Sundown em número de emplacamentos, qualidade de pós-venda e número de clientes, variedade de produtos e lançamentos. Até quando vamos esperar alguma reação?- CONCORDO PARCIALMENTE. A PÓS-VENDA DAS MARCAS CITADAS, SEGUNDO DADOS DISPONIVEIS, NÃO PARECE SEGUIR A INDICAÇÃO DO JORNALISTA. REESTRUTURAÇÕES NUNCA ACABAM-ELAS TEM FASES, E A 1ª. FASE ESTÁ SENDO CONCLUIDA EM MARÇO – AS OUTRAS FASES , POR QUESTÒES DE SEGREDOS E CONFIDENCIALIDADE, SERÃO IMPLEMENTADAS DENTRO DE UM CRONOGRAMA DE CONHECIMENTO DA DIRETORIA, E À MEDIDA QUE OCORRAM SERÃO DIVULGADAS À EMPRESA ESPECIALIZADA
Quem são os parceiros chineses da Sundown? Ainda é a QingQi? Existe algum programa de melhoria e desenvolvimento de produtos aqui no Brasil? Ou as motos são essas, como são produzidas na China e ponto final, não há o que mudar, a menos que o fornecedor tenha essa iniciativa? – A QUNGQUI SEGUE SENDO NOSSO PRINCIPAL PARCEIRO, MAS A ZHONSHENG TAMBEM AINDA É FORNECEDORA ; O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO OCORRE DESDE OS LANÇAMENTOS DOS PRODUTOS. NÓS SEMPRE MUDAMOS OS PROJETOS ORIGINAIS DA CHINA DESDE O PRINCIPIO, E SEGUIREMOS FAZENDO AS ADAPTAÇÕES E INOVAÇÒES NECESSÁRIAS- ATUALMENTE OS PROJETOS FLEX E INJEÇÃO ELETRONICA SÃO DOIS EXEMPLOS EM ANDAMENTO

Tenho desejo de auxiliar com sugestões de melhorias especificamente no projeto da Hunter 100cc. O que devo fazer e como devo fazer isso? – SE CADASTRANDO EM NOSSO SITE

As aparições na mídia, quando voltam? Não vejo nenhum comercial na tv, nem em revistas, jornais ou novas mídias. Só vejo um tímido merchandising no chamado Programa do Ratinho, no SBT. Mas é só. Já há alguma previsão de quando a Sundown voltará a anunciar? Institucional da marca ou produtos? – SÓ A PARTIR DE ABRIL. O RATINMHO NÃO ACHOU O MERCHANDISING TÍMIDO!

Novidades Sundown para 2010

-Modelos novos; descontinuados; alterados; estoques antigos ainda em montagem. – JÁ RESPONDIDO
-Mídia: o que esperar? VIDE ACIMA
-Reestruturação: o que e quem mudou? Quais os novos rumos da empresa e de seus produtos?- VIDE ACIMA
-Parcerias: segue a Qingqi ou outra(s) marca(s) oriental fará parte da cooperação? – VIDE ACIMA
-Administração da página na internet: alguma novidade?
-Programa de aperfeiçoamento e desenvolvimento de produtos: existe? Como sugerir? – VIDE ACIMA

Lamento se fui muito ácido com as críticas, mas é que espero mais da marca, da empresa e dos produtos. Só de saber que se importam, senão com o cliente, pelo menos com o mercado, já é sinal de que há algum interesse em continuar crescendo na preferência do consumidor. – SEPARAR A ACIDEZ DO DEVER DE INFORMAR É UMA VIRTUDE, EMBORA AMBAS ANDEM JUNTAS

E por favor, respondam adequadamente à esta mensagem, pois quero saber o que é feito – ESPERO TER ATENDIDO OS ANSEIOS DO JORNALISTA/CONSUMIDOR“.

Agora é com você, leitor: comente este texto!

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2010 já chega ao seu segundo mês e estamos a alguns dias de completar 4 meses que se encerrou o Salão Duas Rodas 2009. No ano passado, enviei duas mensagens com perguntas à Sundown Brasil&Movimento. Uma delas é esta aqui a outra é esta e há esta terceira, sobre o Salão Duas Rodas e os lançamentos da linha Sundown.

Tanto uma quanto a outra ou a terceira lista de perguntas não teve respostas até hoje…

Outra coisa que até hoje não foi vista nem por mim, nem por quem quer seja, foi a tal linha 2009/2010 da Sundown. Tirando o público que pôde ir ao Salão Duas Rodas e tirou fotos da prometida linha nova da marca, ninguém mais viu de perto as novas motos.

Fato agravante é que o salão ocorreu em outubro, mas até agora, nada de novo nas concessionárias Sundown. Para terem uma idéia, amigos leitores, minha moto é uma Hunter 100cc, comprada em 31-08-2009, mas o chassi denuncia o ano de produção: 2008. Ou seja, uma moto quase 2010, mas ano 2008, modelo 2009…

E poderia deuduzir que o mesmo se repete com o restante da linha que ainda é vendido Brasil afora: Hunter 125, Max, Future, Web /Evo…

Como se vê muito pouco na mídia sobre a Sundown –nem comerciais na tv tenho visto, diga-se de passagem, enviei no dia 29 de janeiro deste ano o seguinte e-mail à Sundown e à sua assessoria de comunicação:

_________________________________________

Bom dia.

Quando, afinal, a Sundown Brasil e Movimento irá lançar novas motos no mercado? Que motos serão essas? A Hawk, a Outlook, a nova V-Blade (sem o motor em V), as esportivas carenadas e
naked serão lançadas quando?

Foram apresentadas no Salão Duas rodas do ano passado, mas até agora, nada! Só especulação na imprensa, boatos e desmentidos e nada de novidades nas revendas.

A Hunter 100cc vai passar por alguma modificação? Minha moto é deste modelo (2008/2009), comprada quase em 2010 e os modelos montados até agora ainda são 2008/2009. Ela vai ser descontinuada ou terá alguma atualização? Se for atualizada, as peças novas serão compatíveis com o modelo anterior, para que donos como eu possam deixar suas pequenas ainda melhores?

E essa reestruturação da Brasil e Movimento: terminou ou ainda está longe de acabar? O que a nova diretoria está esperando pra 2010? O que vai ser feito pra reconquistar o mercado? Vejo que outros fabricantes como Dafra e Kasinski-Zongshen estão ultrapassando a Sundown em número de emplacamentos, qualidade de pós-venda e número de clientes, variedade de produtos e lançamentos. Até quando vamos esperar alguma reação?

Quem são os parceiros chineses da Sundown? Ainda é a QingQi? Existe algum programa de melhoria e desenvolvimento de produtos aqui no Brasil? Ou as motos são essas, como são produzidas na China e ponto final, não há o que mudar, a menos que o fornecedor tenha essa iniciativa?

Tenho desejo de auxiliar com sugestões de melhorias especificamente no projeto da Hunter 100cc. O que devo fazer e como devo fazer isso?

As aparições na mídia, quando voltam? Não vejo nenhum comercial na tv, nem em revistas, jornais ou novas mídias. Só vejo um tímido merchandising no chamado Programa do Ratinho, no SBT. Mas é só. Já há alguma previsão de quando a Sundown voltará a anunciar? Institucional da marca ou produtos?

Quando o site será atualizado? Até agora, só vi de novidade que trocaram a informação de 200cc pra 125cc nas STX e Motard. Não há interesse da marca em renovar seu site? Entendam, este é ultimamente o único canal entre vocês e os clientes, e mesmo assim, há pouca informação e ela ainda não é renovada.

Lamento se fui muito ácido com as críticas, mas é que espero mais da marca, da empresa e dos produtos. Só de saber que se importam, senão com o cliente, pelo menos com o mercado, já é sinal de que há algum interesse em continuar crescendo na preferência do consumidor.

E por favor, respondam adequadamente à esta mensagem, pois quero saber o que é feito.

_________________________________________

Para minha surpresa, no próprio dia 29 recebi a resposta abaixo:

Boa tarde Daniel,

Com certeza responderemos as suas perguntas, mas primeiramente precisamos saber para qual veículo você trabalha e qual pauta da sua matéria.

Obrigada,

Cibele Marques
Marketing & Trade – Sundown Motos, Bikes e Peças
Al. Araguaia, 3327 – Tamboré – 06455-000 – Barueri – SP
Fone: 55 11 2103 ****
Fax: 55 11 4195 ****
http://www.sundownnet.com.br/

_________________________________________

E em seguida, mandei minha réplica:

Boa tarde, Cibele.

Em que veículo trabalho? Bem, tenho um blog pessoal, onde relato minha experiência com minha Hunter 100cc. Neste blog junto meus relatos pessoais sobre o uso diário de minha moto, as idas à assistência técnica, meu relacionamento com a marca e novidades e assuntos ligados ao motociclismo, mais notadamente com as motos de baixa cilindrada ou baixo custo, de fabricantes nacionais ou não, e curiosidades que rodeiam o mundo das duas rodas.

As informações que pedi são para meu próprio conhecimento e para compartilhar com as demais pessoas que visitam o blog e outras tantas que fazem parte dos fóruns de discussão dos quais participo.

A pauta da matéria que estou preparando para o blog é essa:

Novidades Sundown para 2010

-Modelos novos; descontinuados; alterados; estoques antigos ainda em montagem.
-Mídia: o que esperar?
-Reestruturação: o que e quem mudou? Quais os novos rumos da empresa e de seus produtos?
-Parcerias: segue a Qingqi ou outra(s) marca(s) oriental fará parte da cooperação?
-Administração da página na internet: alguma novidade?
-Programa de aperfeiçoamento e desenvolvimento de produtos: existe? Como sugerir?

Basicamente, a estrutura da pauta é esta. Mas prefiro seguir as perguntas que lhes mandei e a partir das respostas, extrair as informações e elaborar o texto. Não faço a linha de ouvir apenas um lado. Estou procurando-os para justamente ter a versão da empresa, replicar ou treplicar perguntas/respostas e então publicá-las no blog, que, dependendo do interesse da matéria, pode ser livremente replicado em outros sites.

É isto.

Aguardo o envio das respostas.

Daniel Francelino da Silva.
Jornalista – MTb-MS ***/****

_________________________________________

No dia 1º de fevereiro, recebo um novo e-mail:

Olá Daniel,

Desculpe-me pela insistência, mas gostaríamos de saber o endereço eletrônico de seu blog para lhe encaminharmos as respostas.

Há muita especulação sobre a nova composição societária da empresa e temos nos comunicado apenas com veículos que realmente desejem informação.

Obrigada,

Cibele Marques
Marketing & Trade – Sundown Motos, Bikes e Peças
Al. Araguaia, 3327 – Tamboré – 06455-000 – Barueri – SP
Fone: 55 11 2103 ****
Fax: 55 11 4195 ****
http://www.sundownnet.com.br/

_________________________________________

E então, encaminhei novamente, da seguinte forma:

Boa tarde, Cibele.

Segue o endereço eletrônico:
http://www.100cilindradas.wordpress.com

E-mail pessoal de contato:
jornalistafrancelino[(arroba)]hotmail([ponto)]com

Apenas para informação: registro de jornalista (Ministério do Trabalho/MS):
***/****;

Lembrando que meu único interesse é informar a meus leitores, e desejo tão somente informação.

_________________________________________

No dia 2/2, havia recebido duas mensagens automáticas do SAC da Sundown. Sem entender por quê estava recebendo-as, fiz um questionamento à Cibele:

Bom dia, Cibele.

Qual o tempo que deverei aguardar pela resposta?

Recebi outros dois e-mails do SAC  Sundown, pedindo que eu encaminhasse meu primeiro e-mail a você. Devo desconsiderá-los?

_________________________________________

Ao que me foi respondido:

Daniel,

O SAC atende somente a reclamações de produto.

Você deve aguardar uma resposta do porta-voz da empresa a qual será enviada por mim.

Obrigada,

Cibele Marques
Marketing & Trade – Sundown Motos, Bikes e Peças
Al. Araguaia, 3327 – Tamboré – 06455-000 – Barueri – SP
Fone: 55 11 2103 ****
Fax: 55 11 4195 ****
http://www.sundownnet.com.br/

_________________________________________

É isto, amigos leitores. Só me resta aguardar por respostas, para comunicá-las à vocês.

Publiquei toda a sequência de e-mails aqui por acreditar que deve-se fazer jornalismo com transparência.

Tomara que eu não tenha que esperar tanto assim...

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A leitora Patrícia postou um comentário que creio que deve ser as dúvidas de muitas pessoas que chegam aqui no blog: que moto comprar? Dafra ou Sundown? Hunter 100 ou Super 100?

Veja o que a Patrícia escreveu:

“Cara! que sorte, heim?

Estava procurando matérias sobre motos de baixas cilindradas e cá encontrei o seu blog! Muito bom!
Parabéns.

No post você citou a Super100 da Dafra como comparação a Hunter. A Dafra tem realmente qualidade inferior?
A Hunter satisfaz para percorrer distâncias pequenas? tipo casa-academia-trabalho-faculdade-casa?
E sobe ladeiras normal? Ou é forçar muito?

Desculpa por tantas perguntas é que fiquei interessada na Hunter, porém não conheço muito de moto.

Abraços e boa recuperação!”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E eu respondi a ela num texto longo, mas onde procurei ser esclarecedor, expondo meus pontos de vista:

Boa tarde, Patrícia!

Inicialmente, quero lhe agradecer pela sua visita ao blog, pela suas perguntas e por suas estima de minha recuperação.

Bom, vamos lá:

– Longe de se desculpar, você tem mais é que perguntar mesmo. É perguntando que passamos a saber sobre alguma coisa. E para mim, é muito bom responder perguntas como as suas, pois me estimula a pesquisar sobre novos assuntos.

-Sobre as motos, a primeira coisa que tem-se que ter em mente é que são duas motos de baixo custo produzidas na China, pelo mesmo fabricante: Qingqi e comercializadas no Brasil pela Dafra e Sundown por preços bastante parecidos: R$ 2990,00 em média, sem incluir o emplacamento e documentação.

Visualmente, as duas são gêmeas idênticas, com uma sutil diferença na alavança do afogador: na Super 100 é um pino de metal curvado em “L” e na Sundown é uma peça plástica semelhante a uma válvula/torneira. Ambas são projetos simplificados de motos urbanas, remetendo aos anos 70.

Os motores produzem potência equivalente, na casa dos 7,07 cv (como comparação, a Suzuki Yes tem 125cc de cilindrada e quase 15cv de potência). Os números se assemelham também no consumo: com média de 40 a 50 km/litro e tanque de combustível com total de 10 litros, com ligeira vantagem da Hunter, que tem 1,5 litro de reserva (8,5 litros sem a reserva).

E na hora de abastecer, começam algumas diferenças sutis: uma queixa comum de donos de Super 100 é que a moto vaza combustível pela tampa do tanque quando totalmente abastecida, por mais que se troque a tampa por outra de mesma marca e modelo.

Este é um problema que ainda não experimentei na Hunter. Normalmente uso-a até “secar o tanque”, quando falta pouquíssimo para se esgotar a reserva. Daí abasteço os dez litros, ficando no limite do abastecimento recomendado pelo fabricante. É completar o tanque, fechar e seguir trajeto. Nenhuma gota escorre de lá. Não podendo se dizer o mesmo da Super 100.

Um item de comodidade que ambas possuem é o bagageiro na traseira, que serve para transportar pequenos volumes e como alça para um eventual passageiro na garupa. Em ambas, convém não colocar peso em excesso sobre essa peça:para cada 1kg colocado sobre o bagageiro traseiro, é como se fossem colocados na verdade 7kg sobre a peça.

E aí a Dafra mostra outra vez uma face de pouca resistência: uma outra queixa tão comum quanto o vazamento de combustível é a quebra das ferragens do bagageiro, por uma, duas e até três vezes consecutivas, seja trocando a peça ou ressoldando-a.

Outro fator negativo comum é a ocorrência de infiltração de águal no painel da Dafra, havendo casos comuns de substituição integral do painel, sem que contudo, o problema fosse solucionado.

Não é intriga nem disse-me-disse. É o que verifico nos fóruns de motos e motociclismo: relatos de donos de uma e outra moto e suas dores de cabeça e alegrias.

Minha pequena Hunter atualmente está com 799,1km rodados, desde setembro/2009 e até o momento só apresentou erros de montagem pela concessionária, logo no início do uso e todos foram solucionados sem que fossem cobrados valores para isso.

Apenas essa queda que sofri é que fez com que fossem trocadas 12 peças integrantes da moto, incluindo-se aí o painel todo, que ficou bastante avariado no acidente.

No mais, a Hunter é uma motinho muito boa. É honesta: você paga 3 mil reais e vai receber uma moto que vale esse dinheiro, centavo a centavo.

No trânsito, ela é bem esperta, ágil e boa de saída nos sinais, deixando normalmente muita CG e Titan pra trás.

O consumo, como lhe disse, é campeão: de 40 a 50km/l. A motinho é leve: 86kg de peso seco e comporta uma carga máxima de 150kg somando-se o piloto, garupa, equipamentos e bagagem. Na minha Hunter, já cheguei perto desse limite carregando uma pessoa na garupa e a moto não negou serviço nem deu sinais de fraqueza.

Conferi o relato de um dono de Hunter que pesa 80kg e frequentemente anda com a esposa, que pesa menos de 60 e a motinho segue firme andando bem.

Para pequenas distâncias é uma boa pedida. Rodava com minha moto até a data do acidente uma média de 100, 120km/semana, indo de casa para o trabalho e voltando de segunda a sexta. E aos finais de semana, indo visitar amigos em bairros distantes ou simplesmente, dando uma volta na cidade pra espairecer.

Para o seu trajeto (casa, malhação, trabalho, facul e casa) ela tem tudo pra te atender bem.

O que destaco de negativo, tanto nela quanto na Super 100 são três coisas:


1 – a espuma do banco deveria ser mais densa (não dura, densa), pois após uma hora ininterrupta de andança ou mais, começa-se a sentir a ferragem do banco sob o corpo, mas isso ocorreu comigo apenas uma vez.

2 – Outro ponto ruim são os freios, que eu considerei muito pequenos pra ambas as motos, mesmo sendo de baixa cilindrada. Na dúvida, use bem o freio-motor e dirija de forma preventiva/defensiva, antecipando as reduções de velocidade e marcha quando necessário.

3 – o nível de ruído é um pouco alto do meu ponto de vista nas duas motos, mas isso é amenizado após os primeiros mil km rodados (amaciamento).

De positivo, o consumo, a valentia do motor, a baixa manutenção (Hunter. Dafra não tenho como avaliar, mas vê-se que há uma melhor aceitação da Hunter), a potência do farol da Hunter é algo a se destacar: ilumina bem, inclusive, é mais claro e tem facho mais longo comparado com motos como a Suzuki Yes / Honda CG/Titan/Fan e o baixíssimo índice de roubo.

E pra terminar, antes que eu me esqueça: a Hunter 100cc não tem medo de ladeiras. Na cidade em que moro (Campo Grande-MS), passo por uma série de ladeiras, de variadas inclinações, pois a cidade está sobre uma serra e a motinho se desloca com muita valentia. Mesmo com garupa.

Meu comentário final é este: estou satisfeito com minha Hunter100cc. Não tenho como recomendar a compra desta ou daquela marca/produto, mas no que te posso dizer de comparativo, ficaria novamente com uma Hunter, se fosse pensar em trocar de moto.

Grande abraço e continue lendo este blog. Muito obrigado pelo seu comentário!

Daniel Francelino.

Editor.

a tarde, Patrícia!

Inicialmente, quero lhe agradecer pela sua visita ao blog, pela suas perguntas e por suas estima de minha recuperação.

Bom, vamos lá:

– Longe de se desculpar, você tem mais é que perguntar mesmo. É perguntando que passamos a saber sobre alguma coisa. E para mim, é muito bom responder perguntas como as suas, pois me estimula a pesquisar sobre novos assuntos.

-Sobre as motos, a primeira coisa que tem-se que ter em mente é que são duas motos de baixo custo produzidas na China, pelo mesmo fabricante: Qingqi e comercializadas no Brasil pela Dafra e Sundown por preços bastante parecidos: R$ 2990,00 em média, sem incluir o emplacamento e documentação.

Visualmente, as duas são gêmeas idênticas, com uma sutil diferença na alavança do afogador: na Super 100 é um pino de metal curvado em “L” e na Sundown é uma peça plástica semelhante a uma válvula/torneira. Ambas são projetos simplificados de motos urbanas, remetendo aos anos 70. Os motores produzem potência equivalente, na casa dos 7,07 cv (como comparação, a Suzuki Yes tem 125cc de cilindrada e quase 15cv de potência). Os números se assemelham também no consumo: com média de 40 a 50 km/litro e tanque de combustível com total de 10 litros, com ligeira vantagem da Hunter, que tem 1,5 litro de reserva (8,5 litros sem a reserva).

E na hora de abastecer, começam algumas diferenças sutis: uma queixa comum de donos de Super 100 é que a moto vaza combustível pela tampa do tanque quando totalmente abastecida, por mais que se troque a tampa por outra de mesma marca e modelo. Este é um problema que ainda não experimentei na Hunter. Normalmente uso-a até “secar o tanque”, quando falta pouquíssimo para se esgotar a reserva. Daí abasteço os dez litros, ficando no limite do abastecimento recomendado pelo fabricante. É completar o tanque, fechar e seguir trajeto. Nenhuma gota escorre de lá. Não podendo se dizer o mesmo da Super 100.

Um item de comodidade que ambas possuem é o bagageiro na traseira, que serve para transportar pequenos volumes e como alça para um eventual passageiro na garupa. Em ambas, convém não colocar peso em excesso sobre essa peça:para cada 1kg colocado sobre o bagageiro traseiro, é como se fossem colocados na verdade 7kg sobre a peça. E aí a Dafra mostra outra vez uma face de pouca resistência: uma outra queixa tão comum quanto o vazamento de combustível é a quebra das ferragens do bagageiro, por uma, duas e até três vezes consecutivas, seja trocando a peça ou ressoldando-a.

Outro fator negativo comum é a ocorrência de infiltração de águal no painel da Dafra, havendo casos comuns de substituição integral do painel, sem que contudo, o problema fosse solucionado.

Não é intriga nem disse-me-disse. É o que verifico nos fóruns de motos e motociclismo: relatos de donos de uma e outra moto e suas dores de cabeça e alegrias.

Minha pequena Hunter atualmente está com 799,1km rodados, desde setembro/2009 e até o momento só apresentou erros de montagem pela concessionária, logo no início do uso e todos foram solucionados sem que fossem cobrados valores para isso. Apenas essa queda que sofri é que fez com que fossem trocadas 12 peças integrantes da moto, incluindo-se aí o painel todo, que ficou bastante avariado no acidente.

No mais, a Hunter é uma motinho muito boa. É honesta: você paga 3 mil reais e vai receber uma moto que vale esse dinheiro, centavo a centavo.

No trânsito, ela é bem esperta, ágil e boa de saída nos sinais, deixando normalmente muita CG e Titan pra trás. O consumo, como lhe disse, é campeão: de 40 a 50km/l. A motinho é leve: 86kg de peso seco e comporta uma carga máxima de 150kg somando-se o piloto, garupa, equipamentos e bagagem. Na minha Hunter, já cheguei perto desse limite carregando uma pessoa na garupa e a moto não negou serviço nem deu sinais de fraqueza. Conferi o relato de um dono de Hunter que pesa 80kg e frequentemente anda com a esposa, que pesa menos de 60 e a motinho segue firme andando bem.

Para pequenas distâncias é uma boa pedida. Rodava com minha moto até a data do acidente uma média de 100, 120km/semana, indo de casa para o trabalho e voltando de segunda a sexta. E aos finais de semana, indo visitar amigos em bairros distantes ou simplesmente, dando uma volta na cidade pra espairecer.

Para o seu trajeto (casa, malhação, trabalho, facul e casa) ela tem tudo pra te atender bem.

O que destaco de negativo, tanto nela quanto na Super 100 são três coisas:

1 – a espuma do banco deveria ser mais densa (não dura, densa), pois após uma hora ininterrupta de andança ou mais, começa-se a sentir a ferragem do banco sob o corpo, mas isso ocorreu comigo apenas uma vez.

2 – Outro ponto ruim são os freios, que eu considerei muito pequenos pra ambas as motos, mesmo sendo de baixa cilindrada. Na dúvida, use bem o freio-motor e dirija de forma preventiva/defensiva, antecipando as reduções de velocidade e marcha quando necessário.

3 – o nível de ruído é um pouco alto do meu ponto de vista nas duas motos, mas isso é amenizado após os primeiros mil km rodados (amaciamento).

De positivo, o consumo, a valentia do motor, a baixa manutenção (Hunter. Dafra não tenho como avaliar, mas vê-se que há uma melhor aceitação da Hunter), a potência do farol da Hunter é algo a se destacar: ilumina bem, inclusive, é mais claro e tem facho mais longo comparado com motos como a Suzuki Yes / Honda CG/Titan/Fan e o baixíssimo índice de roubo.

E pra terminar, antes que eu me esqueça: a Hunter 100cc não tem medo de ladeiras. Na cidade em que moro (Campo Grande-MS), passo por uma série de ladeiras, de variadas inclinações, pois a cidade está sobre uma serra e a motinho se desloca com muita valentia. Mesmo com garupa.

Meu comentário final é este: estou satisfeito com minha Hunter100cc. Não tenho como recomendar a compra desta ou daquela marca/produto, mas no que te posso dizer de comparativo, ficaria novamente com uma Hunter, se fosse pensar em trocar de moto.

Grande abraço e continue lendo este blog. Muito obrigado pelo seu comentário!

Daniel Francelino.

Editor.

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Com a possível aquisição do controle acionário da Sundown pelo grupo Binotto de logística, lanço a pergunta (que não farei à Sundown por que parece que ninguém responde o que eu pergunto por lá, seja via SAC ou seja via assessoria):

Com a mudança do controle acionário e o possível fim da parceria com a chinesa Qingqi –provado com a presença de estandes separados das duas marcas no Salão Duas Rodas, os lançamentos prometidos para 2010 aparecerão mesmo na praça?

Em tempo: O que viria por aí, em 2010 (viria, por que nem sei se vem mesmo…):

Hawk 150cc

Hawk 150cc: street de uso diário

Hawk 150cc: street para uso diário. Um meio-de-caminho entre o design da Max e das YBR/CG?

Outlook 150cc:

Outlook 150cc: Vem para aposentar as Web ou para disputar o nicho com a Honda Lead /  Dafra Ziggy?

Outlook 150cc: vem pra aposentar as Web ou para disputar com Honda Lead e Dafra Ziggy?

Max Motofrete

Moto frete: nada mais do que a mesma moto, só que com Baú. Talvez por que quem comprava pra esse fim acabava perdendo a garantia pelo fato da Sundown não ter nenhum acessório autorizado pela marca para uso em suas motos...

Max Triciclo Motofrete

Outra adaptação de nicho: um triciclo pra motocarga. Este aí está preparado para carregar garrafões d'água

E-Future  2Kw

Future Elétrica: cores berrantes no melhor estilo CBR 300cc. Boa alternativa pra quem roda pouco, além de ser C02 zero. Motor é de 2mil watts. Passe reto do posto e reze pra não ter apagão...

Nesta sexta-feira, a continuação deste post. Até lá!

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Com um atraso bem grande (prometido na sexta mas só feito hoje, segunda-feira, segue o restante desta matéria “Novidades ameaçadas?”:

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Salão Duas Rodas 2009 e Sundown: o que você quer saber?

Olá, leitores!

Na tarde de hoje, 20/10/2009, encaminhei um novo contato para o Serviço de Atendimetno ao Consumidor (SAC) da Sundown / Brasil &Movimento e para a sua assessoria de comunicação, a Papiro Comunicação. Na mensagem -transcrita abaixo, levantei pontos que considero relevantes sobre o Salão Duas Rodas 2009 e a presença da marca no evento.

As perguntas pedem informações sobre novos produtos, alterações nos já existentes, investimentos, canais de comunicação com o cliente para aperfeiçoamento dos produtos e como fica a situação da Hunter 100cc, originária da chinesa  Zongshen, agora que a marca Zong adquiriu a até pouco tempo brasielira Kasinski.

Veja abaixo a íntegra das perguntas. Assim que tiver as respostas, farei um novo post:

Salão Duas Rodas 2009 – Novidades e informações
De: Daniel Francelino (jornalistafrancelino@hotmail.com)
Enviada: terça-feira, 20 de outubro de 2009 19:56:51
Para: Mari Alves Papiro Comunicação mari@papirocomunicacao.com.br; sac.sundown@proxis.com.br

Boa tarde.

Recentemente, se encerrou o Salão Duas Rodas 2009, com público de mais de 240 mil visitantes, segundo a organização. Também ainda este mês, foi divulgado que a Zona Franca de Manaus e o Polo Industrial de Manaus irá receber a instalação de mais dez fabricantes de motocicletas, incluindo chinesas, estadunidenses e japoneas.

1 – No primeiro ponto levantado (Duas Rodas) quero saber o que a Sundown B&M trouxe para o evento no que se refere às motos?

2 – Há algum novo modelo para 2010? Qual? Como é? Quais suas especificações técnicas?

3 – Há alguma mudança nos modelos existentes (Hunter 100cc / Hunter 125cc / Motard 200cc / STX 200cc / Web / Web Evo / Max), como novas cores, alterações de design, novas motorizações, alterações mecânicas?

4 – Qual a previsão de chegada às lojas desses (eventuais) novos modelos?

5 –
A Hunter 100cc sofreu alguma alteração para 2010? Quais?

6 – Haverá alguma moto com motor bicombustível (flex) para 2010?

7- Há alguma previsão de reajuste nos preços praticados sugeridos pela fábrica? De quanto? Quando entram em vigor?

8 – A Sundown prevê algum investimento para 2010? Qual? Quanto? Em quê?

9 – Existe ou existirá algum canal de relacionamento para que os consumidores e potenciais consumidores da Sundown entrem em contato com a marca, para encaminhamento de sugestões de melhoria dos produtos? Caso eu já tenha sugestões a fazer, como posso encaminhá-las e acompanhar o seu andamento?

10 – Como fica a situação de produção da Hunter 100cc, uma vez que o produto era adquirido em regime de CKD em cooperação com a chinesa Zongshen e agora a marca chinesa passou a atuar no Brasil adquirindo parte da brasileira Kasinski?
Que impactos essa “mudança” da marca oriental pode trazer para a Sundown e para os proprietários de produtos (e aqui eu me incluo, pois sou dono de uma Hunter 100cc) originários da Zongshen e vendidos no Brasil pela Sundown?

Desde já, muito obrigado pelas respostas. Informo que, dependendo do teor das respostas, poderei encaminhar réplicas / tréplicas, a fim de obter melhores informações.

Daniel Francelino da Silva
Jornalista
http://www.100cilindradas.wordpress.com

Agora é esperar pra ver…

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Detalhe do chicote feito com fita isolante

Detalhe do chicote feito com fita isolante

Após 6 dias de bronca com a moto, finalmente pude levar “Judith”, como é chamada minha Hunter 100cc para uma revisão de acerto e ajustes dos itens descritos no post “Bronca-I”, que você pode ler aqui. A motinho não passou muito de 20 km/h no percurso, mesmo por que, não dava para desenvolver as marchas, pois a embreagem estava muito longa e o cambio extremamente duro, causando os “trancos” e “botes” a cada troca de marchas, num percurso de 7,5km.

Por mais de uma vez a moto apagou no caminho, e a dificuldade para fazê-la ligar era enorme: na partida elétrica, era preciso esquecer que o polegar estava pressionando o botão de ignição. Apertava o botão e o motor de partida gemia um bocado, como se fosse de um carro à álcool dos anos 80 num dia de frio extremo. O jeito foi afogar o carburador, pra ver se força a moto resolvia voltar à atividade. Nada. Parte-se então para a solução extrema: abaixa o pedal, solta a embreagem. Pedala uma, duas, três vezes. Nada. Espera um pouco, recolhe o pedal, verifica a torneira do combustível, parafuso de carburador. Tudo em ordem. Tenta de novo mais uma partida no botão. Após mais um pouco de gemedeira, o motor funciona. Aceleração subindo rápido pra não apagar de novo, é hora de retomar o percurso.

Chegando-se à loja, é momento de desfiar o rosário de problemas da moto:
1-ruído de metal batendo em metal, vindo da parte de baixo da moto;
2 – embreagem muito longa e imprecisa;
3 – câmbio de acionamento muito duro;
4 -estribo (pedaleira, apoio, ou como queira…) direito do garupa frouxo;
5 -dificuldade para se ligar a moto na partida elétrica e no pedal;
6 – motor perde rotação até desligar quando em neutro. Marcha lenta muito baixa;
7 – chicote elétrico improvisado com fita isolante (esse foi de doer…)

uma foto da coisa mais de perto. Que improviso, hein? E veio assim da loja...

uma foto da coisa mais de perto. Que improviso, hein? E veio assim da loja...

Minutos depois, volta o mecânico com a Judith. Liga a moto de primeira. Viro o guidão pra direita e… surpresa! Eis que surge agora um chicote elétrico como tal: um conduíte super flexível, com toda a fiação contida nele, e com uma folguinha razoável, chegando a fazer um “v” com o guidão virado pra esquerda, mas sem diminuir o ângulo de curva.

Porém…

…ao acelerar a moto em neutro, vejo que a rotação cai até estacionar em 1.000rpm, quando o descrito no manual é 1.500rpm, com tolerância máxima de 100 rotações, para mais ou para menos.
Além disso, ao virar o guidão pra esquerda, a aceleração aumentava. Ou seja, certeza de cabo pegando em alguma parte e puxando além do necessário.
A moto volta pra dentro da oficina. Mais uns minutos e tudo parece certo. O mecânico sai com ela, dá uma volta no quarteirão e retorna, dizendo que está tudo em ordem. Como não estava a fim de voltar para novos ajustes ainda na mesma semana, acertei com o gerente da loja para deixar a moto lá, e que somente no fim da tarde iria pegá-la de volta. Como precaução, levei as chaves comigo.

Tudo certo e definido, à hora combinada, compareci à loja com minha amiga Jandira*, que pilota motos a muito mais tempo que eu, para fazer um teste final antes de retirar a moto em definitivo. Ao subir na moto e dar a partida, o motor pegou na primeira tentativa, ao leve toque do botão. Vira o guidão pra cá, vira pra lá, nenhuma anormalidade no acelerador.
Mas ao sair do neutro e engrenar a 1ª marcha, Jandira* aponta a embreagem — de novo ela, a embreagem — como muito longa. Ajusta daqui e dali, Jandira* aprova o novo ajuste. Sai com a moto da loja, anda uns 15 minutos pelos arredores e volta, dizendo que agora a moto estava ótima. Ou como, diria eu mesmo, um relógio suíço, parecendo uma moto japonesa.

Levada de volta à casa, Judith tomou ontem sua primeira chuva. De propósito, não quis colocá-la em lugar coberto. Quis que se molhasse mesmo, para ver como vai ser o comportamento dela depois de um bom banho de chuva. Mas isso já é assunto pra outro texto…

(*este nome foi alterado para preservar a identidade da pessoa)

Agradeço pela ajuda de minhas amigas *Jandira e *Charlotte. Charlotte inclusive, diz que adorou a moto. Acho que ela vai querer uma também. Mas eu já sei em que loja eu vou pedir pra ela não comprar…

Os textos desta semana são dedicados ao meu amigo Airton. Força, meu amigo.

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