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Archive for the ‘Sem categoria’ Category

À venda

Olá, amigos leitores. Não é segredo pra ninguém que visita o blog que eu pretendo trocar de moto.

Pois bem: anuncio aqui que estou vendendo a minha Hunter 100.

Ela é ano 2008, modelo 2009. Está equipada com amortecedores traseiros da Yamaha YBR, paralamas dianteiro em plástico (o original tem um amassado), bateria Heliar de moto 150cc, vela de Iridium NGK, setas modelo Harley, suporte em chapa de aço da placa, retrovisores da Max125.

Estou pedindo 1800 reais, com transferência por conta do comprador. A placa é final zero.

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Será o fim?

Já chegando nos 5.000km minha pequena moto parece querer me deixar na mão. No espaço de três meses, já foram 4 lanternas de pisca traseiros trocadas por terem quebrado na haste, culpa da maldita trepidação causada pela mais completa incompetência do antigo gestor público da cidade, que nos ‘abençoou’com pouca ou nenhuma manutenção nas ruas.

Na revisão que fiz mais recentemente, peguei a moto hoje, 4/1/13 e tive que comprar uma nova bateria, pois a antiga já não pegava mais carga, tornando as partidas cada vez mais difíceis.

Ao retirar a moto da oficina, senti a suspensão dianteira ‘fofa’, afundando a dianteira da moto muito facilmente quando desacelerava e freava. Na traseira, achei que a moto parecia ‘frouxa’, ‘rabeando’ com qualquer imperfeição do asfalto (e que nunca são poucas).

De revisão, gastei 105 reais, fora os 117 de uma bateria heliar. Prevenido, já comprei um jogo de quatro piscas, desta vez parecidos com os originais, mas com coxins de borracha para aguentarem a trepidação da incompetência de gestores públicos municipais anteriores, somando 40 reais. Já são 262 reais nesse total parcial. Se for somar que gastei mais 19 reais com um litro de óleo Mobil, já são 281 mangos.

Ainda não postei aqui no blog, mas a placa traseira, pelo mesmo motivo dos piscas, está rachada de um lado ao outro, bem na altura da tarjeta do município. Não caiu pela rua por puro milagre. Milagre e uma gambiarra que fui obrigado a fazer para manter a placa no lugar: uma chapa de metal por baixo da placa e uma moldura plástica por cima, ‘sanduichando’ a placa e impedindo que ela caia.

Daqui quinze dias vou ao Detran pedir uma segunda via da placa. O valor? 120 reais. Não perca as contas: já serão gastos 401 reais. Tudo no intervalo de umas poucas semanas.

A insatisfação com a motinho começa a crescer numa velocidade inversamente proporcional à que eu atualizo este blog. Tenho mantido-a em perfeitas condições por ser zeloso e chato com os bens que possuo, por mais ordinários que sejam, como essa moto tem se saído ultimamente.

Conto os dias para conseguir dinheiro suficiente para comprar uma moto maior e que dê menos problema, como uma Fazer YS250, que é a que pretendo. Não decidi ainda se nova ou seminova. Ou usada.

A saga desses gastos sem freio você acompanha aqui! Até a próxima postagem.

PS: por falar em freio, isso rende outro post, mas fica para uma próxima vez.

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[esta não é uma postagem paga. O autor ou o blog não receberam nenhum pagamento, seja em mercadoria, seja em espécie ou facilidades para fazer esta postagem]

É fato que a Sundown está aos poucos, voltando à atividade. E é também fato que muitos proprietários de motos da marca tem tido dificuldades em encontrar todas a s peças de que precisam para manter suas máquinas em dia.

Então, coloco aqui informação de pelo menos três lojas onde pode-se fazer contato para conseguir peças:

Starbikes motos (SP) – Revendedor Autorizado Sundown
http://www.starbikesmotos.com.br/

Av. São Miguel, 5291
Ponte Rasa – São Paulo – SP

(11) 2042-7155
(11) 2041-2817
(11) 2041-0622

—–
Minas & Trilhas (MG) – Revendedor Autorizado Sundown

Av. Dom Pedro II, 3239 – Caiçara

(31) 2526-1099
(31) 2515-1299

—-

Reviza Moto Peças (MS) – Multimarcas (adquiriu instalações e estoque de peças da antiga revenda Sundown em Campo Grande)

Av. Calógeras, 990
Campo Grande – MS

(67) 3045-4949
(67) 3324-6600

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E claro, aquela informação que já foi publicada há alguns posts atrás:

CONTATO –
O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

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Expectativa

E a minha motinho está na oficina (multimarcas, visto que a Sundown deixou órfãos em Campo Grande).

Duas coisas eu digo:

1 – O valor por peças mesmo originais, ainda é bem mais barato que numa concessionária autorizada.

2 – Tô numa expectativa lascada sobre como a moto vai ficar quando sair da oficina.

Torçam por nós!

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Olá!

O Editor

Passado um longo tempo, estou voltando às postagens aqui no blog. Peço minhas sinceras desculpas por ter ficado tanto tempo sem postar uma linha sequer aqui. Daqui a algumas horas, farei uma nova postagem, mais longa do que essa, fazendo o traçado de por que tanta ausência da minha parte a um público leitor tão fiel. 

Meus agradecimentos por suas mais de 12,7 mil visitas. Minhas desculpas.

Daniel Francelino.

Editor.

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Já faz algum tempo, me perguntaram via comentários que peças serviam na Hunter 100, como alternativa melhor ou equivalente às originais, em caso de falta na autorizada, ou falta de dinheiro pra uma original.

Vou começar a lista com base em informações colhidas no orkut e fóruns de discussão:

Amortecedores traseiros___________________________ Yamaha YBR

Lonas de freio ___________________________________ Honda Biz 100

Pedaleira do piloto _______________________________ Honda Biz 100

Vela de ignição __________________________________ Honda Biz 100

Pedal do câmbio / pedal de partida ___________________ Honda Biz 100

Escapamento ___________________________________  Honda Pop 100

Lanternas de seta_________________________________ Suzuki Intruder

Cabo de velocímetro ______________________________ CG 150

Lanterna traseira _________________________________ CG 125 antiga / Shineray XY 50cc

Conjunto de tração (relação) ________________________ Sundown Web

Além, claro, de todas as peças de sua irmã-gêmea, Super 100 da Dafra.

Importante: Nenhuma destas substituições foi feita por mim em minha moto nem em outras motos. Como disse, são informações coletadas em fóruns de discussão e redes sociais. Vá por sua conta e risco.

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ônibus x moto: batalha desigual

Ônibus atrasa a vida até quando se está fora dele. Constatei isso em mais de uma ocasião: uma no banco do carona, quando acompanhava minha namorada no carro dela: os ônibus ocupando uma faixa e meia de circulação, deixando qualquer passeio um verdadeiro perigo.  Depois, quando já habilitado comecei a ir pra tudo quanto é canto da cidade de moto: indo pela rua 13 de Maio, um desses ônibus articulados, com pelo menos uns 22 metros de comprimento e uns vários a menos de largura, porém não muito menor, estaciona de súbito, pra pegar passageiros. Eu ia todo pimpão e serelepe em minha motoquinha. Inexperiente ao extremo com o guidão, não consegui ter o reflexo para mudar de faixa. Sim, eu ia pela direita nessa época e tudo o que pude fazer foi meter o pé no freio e mais uma puxada de leve no freio dianteiro e parar a danada atrás daquele monstrengo poluidor e ocupador de espaço.

E dá-lhe a esperar… e esperar… E finalmente o bruto sai do ponto, toma de novo a faixa do meio. Aproveito e sigo, na direita. Essa paradinha me rendeu uma perda de tempo pequena, mas que fez uma diferença danada pra me atrasar para o trabalho.

Já a terceira vez que me aconteceu do ônibus atrasar a minha vida foi na terça-feira, dia 2 de março. Desta vez na Rua Quatorze de Julho, que é mão dupla no final de sua numeração no sentido sul-norte. Para piorar, era noite, ali pelas 18h20. Tenho algumas pequenas limitações que me tornam um cauteloso no trânsito desde que comecei a tirar habilitação para carro, há dois anos e moto, no ano passado. Ambos os projetos concluídos, mas o agente complicador de minha vida no Detran e no trânsito era a soma de minha miopia e visão monocular com o fato de eu ter uma tremenda dificuldade de enxergar durante à noite. É olhar no retrovisor e não ver nada além de ofuscamentos… E na pista, nada além de ver uma coisa só: um tapete preto, sem ter como distinguir tampas de bueiro ou buracos à frente.

Nesta terça eu ia de casa até uma escola preparatória para concursos. No caminho eu ia obrigatoriamente passar pela Quatorze de Julho. Sigo nela, contorno a primeira rotatória, faço uma curva à direita, na saída e dou de cara com um dito ônibus, paradão no ponto. Desta vez o reflexo existe: ligo a seta esquerda, olho o retrovisor, abro a ultrapasagem, passo ao lado do busão, desligo a seta, ligo-a para a direita e sigo meu caminho. Até aí tudo bem…

Até que me lembro de uma cretinice feita dias atrás: uma pequena secção do asfalto foi quebrado e ficou um buraco, vala ou degrau, como queira, na rua. Se passasse por ele na velocidade que vinha – cerca de 40~50km/h, era um tombo na certa. Ou no mínimo, um bom estrago na suspensão…

Reduzo bem a velocidade para passar naquela valeta e me surgem dois pares de faróis no retrovisor. Era o ônibus… Acelerando, fazendo barulho, motor roncando alto. Passo da valeta, começo a acelerar e o busão ali, me “apertando”, pra eu acelerar mais e mais… me mantenho mais à direita, pra deixá-lo passar, mas ele não quer. Quer é que eu corra dele. Percebo que o ônibus está a pouco mais de um metro de distância… uma nova rotatória à frente, o ônibus acelera mais e não tenho escolha: vou totalmente pra direita e encosto no meio fio. O ônibus, na pessoa de seu digníssimo boçal motorista ainda me “fecha”, passando como se a curva que deveria ter contornado fosse uma reta…

E se acontecesse um acidente por causa deste cidadão irresponsável? Sabe o que iam dizer, ele e a imprensa, ao noticiar o asfalto sujo de sangue, gasolina e pedaços de gente e plástico?

“A culpa é do motoqueiro”,  “apareceu do nada…”, “ele tava correndo muito…”. Hum, sei… E o motorista do ônibus? Será mesmo que era necessário correr tanto assim? Por que ele não me ultrapassou, se eu estava deixando espaço pra isso?

Nessa história, não sei o que é o pior: se é o fato de uma criatura dessas ter direito à habilitação para dirigir um veículo de transporte coletivo ou se é um sujeito desses achar que só por que está num veículo grande, é o dono da rua e determina a velocidade que os demais vão andar, mesmo onde há placas sinalizando máxima de 40km/h.

Mais ainda há algo muito pior: esse cara tem título de eleitor e vota… isso é que é preocupante….

Outra visão do desenho, também com arte deste redator

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