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Archive for the ‘Outras marcas’ Category

Já faz algum tempo, me perguntaram via comentários que peças serviam na Hunter 100, como alternativa melhor ou equivalente às originais, em caso de falta na autorizada, ou falta de dinheiro pra uma original.

Vou começar a lista com base em informações colhidas no orkut e fóruns de discussão:

Amortecedores traseiros___________________________ Yamaha YBR

Lonas de freio ___________________________________ Honda Biz 100

Pedaleira do piloto _______________________________ Honda Biz 100

Vela de ignição __________________________________ Honda Biz 100

Pedal do câmbio / pedal de partida ___________________ Honda Biz 100

Escapamento ___________________________________  Honda Pop 100

Lanternas de seta_________________________________ Suzuki Intruder

Cabo de velocímetro ______________________________ CG 150

Lanterna traseira _________________________________ CG 125 antiga / Shineray XY 50cc

Conjunto de tração (relação) ________________________ Sundown Web

Além, claro, de todas as peças de sua irmã-gêmea, Super 100 da Dafra.

Importante: Nenhuma destas substituições foi feita por mim em minha moto nem em outras motos. Como disse, são informações coletadas em fóruns de discussão e redes sociais. Vá por sua conta e risco.

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– Yamaha YBR Factor (mesmo sabendo que tem uma versão colombiana, a SS125, que é bem mais bonita?

Quando a Yamaha Brasil vai trazer pra cá? Nunca!)

– Suzuki Yes 125 / Sundown Max 125 SED (Coloquei as duas juntas por que em tese, são a mesma moto, iguais em muita coisa. Ponto negativo pra Sundown, que não atualiza a linha de produtos e pra Suzuki idem. Mas um sensível melhor custo-benefício pra Yes)

– Dafra Apache 150 TR (Li um teste do Sobremotos e gostei muito dela. Ainda mais na cor amarela+preta. Painel digital, apelo esportivo. Só me descepcionou o desempenho: 14cv em 150cc. A Yes tem 125cc e rende 13cv. A Apache tinha que render uns 16/17 ou até 18 cv e podia vir injetada ou injetada e flex. Se viesse, seria a minha próxima compra com toda certeza).

– Dafra Speed150 (O projeto melhorou, pois estão usando componentes de marcas ou nacionais ou estrangeiras que não chinesas, como Siemens, por exemplo. Mas nem tem como comparar com a Apache. Fora que acho aquelas listras cobrindo o tanque de gosto bem duvidoso e o deenho quadradão. Moto por si tem que ser arredondada, pra melhor aerodinâmica, não é?)

Agora, a missão é juntar pelo menos uns 6, R$ 7 mil pra acrescentar uma nova motoca.  Sim. Acrescentar, por que não penso em vender minha Hunter 100cc. Ela vai virar peça de colecionador. Daqui uns 5 anos eu vendo no Mercado Livre como raridade, tal como os donos de Vespas e Lambrettas fazem hoje.

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Vi ontem finalmente o tal comercial oficial da Zig. Carregado de um exagero absurdo, lembrando uns reclames da década de 50 -a idéia de resistência e robustez, essas coisas. Mas de qualquer forma, já é algum comercial, ao contrário do silêncio publicitário percebido em marcas concorrentes da Dafra.

O me chamou muito a atenção foi o final do comercial. Pra quem puder assistir, fica a dica: aparece uma moto de farol carenado na direita do vídeo, ao fundo. Me parece ser a Apache. Pelo jeito, ela vem mesmo pro mercado.

————————–

A Apache é uma moto street 150cc, produzida pela marca indiana TVS. A marca briga no mercado asiático com marcas locais nos países onde atua e com as chinesas de maior prestígio.

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Fonte: Motokando.com.br(via Revista Relatório Reservado. Todos os direitos reservados à RRR)

Japoneses ainda lideram com folga no Brasil, mas têm perdido particpação para novos fabricantes

23.02.2010 – 14:51

Redação

A Honda negocia a aquisição da Sundown, fabricante de motocicletas controlada pelas famílias Rosenblun e Rosa. A operação é porteira fechada. As conversas envolvem a transferência da marca, da fábrica de Manaus e de um centro de distribuição em Itajaí (SC).

Os japoneses herdariam ainda a participação da empresa em um centro de distribuição na China, parceria com as empresas locais Zongshen e Quingqi. A Sundown Bikes, divisão de motocicletas da holding Brasil & Movimento, permaneceria nas mãos das duas famílias.

O maior objetivo da Honda é comprar market share. A Sundown detém pouco mais de 3% das vendas de motos no país. Dito assim, parece uma mixaria. No entanto, diante do aparecimento de novos fabricantes ao longo da última década, como Dafra, Traxx e a própria Zongshen, trata-se de uma participação que não deve ser desprezada.

A simples investida sobre a Sundown já denota uma importante mudança na estratégia da Honda. Até o momento, a empresa havia ficado relativamente alheia aos recentes movimentos de aquisição no mercado brasileiro.

Os japoneses, no entanto, parecem ter descido do pedestal. A Honda ainda domina com folga o mercado brasileiro. Porém, ao longo da última década, este poderio tem sofrido um processo de erosão. A companhia chegou a responder por quase 90% das vendas de motocicletas no país. Este número caiu para 75%.

Fonte: Revista Relatório Reservado; http://www.motokando.com.br; http://www.debatemotos.com.br; http://cidadebiz.oi.com.br/paginas/51001_52000/51443-1.html

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Oficial: as duas lojas da Kasinski fecharam as portas em Campo Grande. Notícia foi vista no fórum do Motonline e confirmda no link de revendedores da marca, no site da própria Kasinski: não aparecem lojas para Campo Grande. Somente para Rio Verde e Dourados.

Vamos ver se com a aquisição pela Zongshen a Kasinski volte a conquistar o Brasil.

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Honda CG125cc, produzida no Japão até 1992:

CG 125 japonesa, 1992

CG 125 japonesa, 1992

Sundown Hunter 125cc, atual

Sundown Hunter 125cc, atual

Semelhanças, coincidências, ou o quê?

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A leitora Patrícia postou um comentário que creio que deve ser as dúvidas de muitas pessoas que chegam aqui no blog: que moto comprar? Dafra ou Sundown? Hunter 100 ou Super 100?

Veja o que a Patrícia escreveu:

“Cara! que sorte, heim?

Estava procurando matérias sobre motos de baixas cilindradas e cá encontrei o seu blog! Muito bom!
Parabéns.

No post você citou a Super100 da Dafra como comparação a Hunter. A Dafra tem realmente qualidade inferior?
A Hunter satisfaz para percorrer distâncias pequenas? tipo casa-academia-trabalho-faculdade-casa?
E sobe ladeiras normal? Ou é forçar muito?

Desculpa por tantas perguntas é que fiquei interessada na Hunter, porém não conheço muito de moto.

Abraços e boa recuperação!”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E eu respondi a ela num texto longo, mas onde procurei ser esclarecedor, expondo meus pontos de vista:

Boa tarde, Patrícia!

Inicialmente, quero lhe agradecer pela sua visita ao blog, pela suas perguntas e por suas estima de minha recuperação.

Bom, vamos lá:

– Longe de se desculpar, você tem mais é que perguntar mesmo. É perguntando que passamos a saber sobre alguma coisa. E para mim, é muito bom responder perguntas como as suas, pois me estimula a pesquisar sobre novos assuntos.

-Sobre as motos, a primeira coisa que tem-se que ter em mente é que são duas motos de baixo custo produzidas na China, pelo mesmo fabricante: Qingqi e comercializadas no Brasil pela Dafra e Sundown por preços bastante parecidos: R$ 2990,00 em média, sem incluir o emplacamento e documentação.

Visualmente, as duas são gêmeas idênticas, com uma sutil diferença na alavança do afogador: na Super 100 é um pino de metal curvado em “L” e na Sundown é uma peça plástica semelhante a uma válvula/torneira. Ambas são projetos simplificados de motos urbanas, remetendo aos anos 70.

Os motores produzem potência equivalente, na casa dos 7,07 cv (como comparação, a Suzuki Yes tem 125cc de cilindrada e quase 15cv de potência). Os números se assemelham também no consumo: com média de 40 a 50 km/litro e tanque de combustível com total de 10 litros, com ligeira vantagem da Hunter, que tem 1,5 litro de reserva (8,5 litros sem a reserva).

E na hora de abastecer, começam algumas diferenças sutis: uma queixa comum de donos de Super 100 é que a moto vaza combustível pela tampa do tanque quando totalmente abastecida, por mais que se troque a tampa por outra de mesma marca e modelo.

Este é um problema que ainda não experimentei na Hunter. Normalmente uso-a até “secar o tanque”, quando falta pouquíssimo para se esgotar a reserva. Daí abasteço os dez litros, ficando no limite do abastecimento recomendado pelo fabricante. É completar o tanque, fechar e seguir trajeto. Nenhuma gota escorre de lá. Não podendo se dizer o mesmo da Super 100.

Um item de comodidade que ambas possuem é o bagageiro na traseira, que serve para transportar pequenos volumes e como alça para um eventual passageiro na garupa. Em ambas, convém não colocar peso em excesso sobre essa peça:para cada 1kg colocado sobre o bagageiro traseiro, é como se fossem colocados na verdade 7kg sobre a peça.

E aí a Dafra mostra outra vez uma face de pouca resistência: uma outra queixa tão comum quanto o vazamento de combustível é a quebra das ferragens do bagageiro, por uma, duas e até três vezes consecutivas, seja trocando a peça ou ressoldando-a.

Outro fator negativo comum é a ocorrência de infiltração de águal no painel da Dafra, havendo casos comuns de substituição integral do painel, sem que contudo, o problema fosse solucionado.

Não é intriga nem disse-me-disse. É o que verifico nos fóruns de motos e motociclismo: relatos de donos de uma e outra moto e suas dores de cabeça e alegrias.

Minha pequena Hunter atualmente está com 799,1km rodados, desde setembro/2009 e até o momento só apresentou erros de montagem pela concessionária, logo no início do uso e todos foram solucionados sem que fossem cobrados valores para isso.

Apenas essa queda que sofri é que fez com que fossem trocadas 12 peças integrantes da moto, incluindo-se aí o painel todo, que ficou bastante avariado no acidente.

No mais, a Hunter é uma motinho muito boa. É honesta: você paga 3 mil reais e vai receber uma moto que vale esse dinheiro, centavo a centavo.

No trânsito, ela é bem esperta, ágil e boa de saída nos sinais, deixando normalmente muita CG e Titan pra trás.

O consumo, como lhe disse, é campeão: de 40 a 50km/l. A motinho é leve: 86kg de peso seco e comporta uma carga máxima de 150kg somando-se o piloto, garupa, equipamentos e bagagem. Na minha Hunter, já cheguei perto desse limite carregando uma pessoa na garupa e a moto não negou serviço nem deu sinais de fraqueza.

Conferi o relato de um dono de Hunter que pesa 80kg e frequentemente anda com a esposa, que pesa menos de 60 e a motinho segue firme andando bem.

Para pequenas distâncias é uma boa pedida. Rodava com minha moto até a data do acidente uma média de 100, 120km/semana, indo de casa para o trabalho e voltando de segunda a sexta. E aos finais de semana, indo visitar amigos em bairros distantes ou simplesmente, dando uma volta na cidade pra espairecer.

Para o seu trajeto (casa, malhação, trabalho, facul e casa) ela tem tudo pra te atender bem.

O que destaco de negativo, tanto nela quanto na Super 100 são três coisas:


1 – a espuma do banco deveria ser mais densa (não dura, densa), pois após uma hora ininterrupta de andança ou mais, começa-se a sentir a ferragem do banco sob o corpo, mas isso ocorreu comigo apenas uma vez.

2 – Outro ponto ruim são os freios, que eu considerei muito pequenos pra ambas as motos, mesmo sendo de baixa cilindrada. Na dúvida, use bem o freio-motor e dirija de forma preventiva/defensiva, antecipando as reduções de velocidade e marcha quando necessário.

3 – o nível de ruído é um pouco alto do meu ponto de vista nas duas motos, mas isso é amenizado após os primeiros mil km rodados (amaciamento).

De positivo, o consumo, a valentia do motor, a baixa manutenção (Hunter. Dafra não tenho como avaliar, mas vê-se que há uma melhor aceitação da Hunter), a potência do farol da Hunter é algo a se destacar: ilumina bem, inclusive, é mais claro e tem facho mais longo comparado com motos como a Suzuki Yes / Honda CG/Titan/Fan e o baixíssimo índice de roubo.

E pra terminar, antes que eu me esqueça: a Hunter 100cc não tem medo de ladeiras. Na cidade em que moro (Campo Grande-MS), passo por uma série de ladeiras, de variadas inclinações, pois a cidade está sobre uma serra e a motinho se desloca com muita valentia. Mesmo com garupa.

Meu comentário final é este: estou satisfeito com minha Hunter100cc. Não tenho como recomendar a compra desta ou daquela marca/produto, mas no que te posso dizer de comparativo, ficaria novamente com uma Hunter, se fosse pensar em trocar de moto.

Grande abraço e continue lendo este blog. Muito obrigado pelo seu comentário!

Daniel Francelino.

Editor.

a tarde, Patrícia!

Inicialmente, quero lhe agradecer pela sua visita ao blog, pela suas perguntas e por suas estima de minha recuperação.

Bom, vamos lá:

– Longe de se desculpar, você tem mais é que perguntar mesmo. É perguntando que passamos a saber sobre alguma coisa. E para mim, é muito bom responder perguntas como as suas, pois me estimula a pesquisar sobre novos assuntos.

-Sobre as motos, a primeira coisa que tem-se que ter em mente é que são duas motos de baixo custo produzidas na China, pelo mesmo fabricante: Qingqi e comercializadas no Brasil pela Dafra e Sundown por preços bastante parecidos: R$ 2990,00 em média, sem incluir o emplacamento e documentação.

Visualmente, as duas são gêmeas idênticas, com uma sutil diferença na alavança do afogador: na Super 100 é um pino de metal curvado em “L” e na Sundown é uma peça plástica semelhante a uma válvula/torneira. Ambas são projetos simplificados de motos urbanas, remetendo aos anos 70. Os motores produzem potência equivalente, na casa dos 7,07 cv (como comparação, a Suzuki Yes tem 125cc de cilindrada e quase 15cv de potência). Os números se assemelham também no consumo: com média de 40 a 50 km/litro e tanque de combustível com total de 10 litros, com ligeira vantagem da Hunter, que tem 1,5 litro de reserva (8,5 litros sem a reserva).

E na hora de abastecer, começam algumas diferenças sutis: uma queixa comum de donos de Super 100 é que a moto vaza combustível pela tampa do tanque quando totalmente abastecida, por mais que se troque a tampa por outra de mesma marca e modelo. Este é um problema que ainda não experimentei na Hunter. Normalmente uso-a até “secar o tanque”, quando falta pouquíssimo para se esgotar a reserva. Daí abasteço os dez litros, ficando no limite do abastecimento recomendado pelo fabricante. É completar o tanque, fechar e seguir trajeto. Nenhuma gota escorre de lá. Não podendo se dizer o mesmo da Super 100.

Um item de comodidade que ambas possuem é o bagageiro na traseira, que serve para transportar pequenos volumes e como alça para um eventual passageiro na garupa. Em ambas, convém não colocar peso em excesso sobre essa peça:para cada 1kg colocado sobre o bagageiro traseiro, é como se fossem colocados na verdade 7kg sobre a peça. E aí a Dafra mostra outra vez uma face de pouca resistência: uma outra queixa tão comum quanto o vazamento de combustível é a quebra das ferragens do bagageiro, por uma, duas e até três vezes consecutivas, seja trocando a peça ou ressoldando-a.

Outro fator negativo comum é a ocorrência de infiltração de águal no painel da Dafra, havendo casos comuns de substituição integral do painel, sem que contudo, o problema fosse solucionado.

Não é intriga nem disse-me-disse. É o que verifico nos fóruns de motos e motociclismo: relatos de donos de uma e outra moto e suas dores de cabeça e alegrias.

Minha pequena Hunter atualmente está com 799,1km rodados, desde setembro/2009 e até o momento só apresentou erros de montagem pela concessionária, logo no início do uso e todos foram solucionados sem que fossem cobrados valores para isso. Apenas essa queda que sofri é que fez com que fossem trocadas 12 peças integrantes da moto, incluindo-se aí o painel todo, que ficou bastante avariado no acidente.

No mais, a Hunter é uma motinho muito boa. É honesta: você paga 3 mil reais e vai receber uma moto que vale esse dinheiro, centavo a centavo.

No trânsito, ela é bem esperta, ágil e boa de saída nos sinais, deixando normalmente muita CG e Titan pra trás. O consumo, como lhe disse, é campeão: de 40 a 50km/l. A motinho é leve: 86kg de peso seco e comporta uma carga máxima de 150kg somando-se o piloto, garupa, equipamentos e bagagem. Na minha Hunter, já cheguei perto desse limite carregando uma pessoa na garupa e a moto não negou serviço nem deu sinais de fraqueza. Conferi o relato de um dono de Hunter que pesa 80kg e frequentemente anda com a esposa, que pesa menos de 60 e a motinho segue firme andando bem.

Para pequenas distâncias é uma boa pedida. Rodava com minha moto até a data do acidente uma média de 100, 120km/semana, indo de casa para o trabalho e voltando de segunda a sexta. E aos finais de semana, indo visitar amigos em bairros distantes ou simplesmente, dando uma volta na cidade pra espairecer.

Para o seu trajeto (casa, malhação, trabalho, facul e casa) ela tem tudo pra te atender bem.

O que destaco de negativo, tanto nela quanto na Super 100 são três coisas:

1 – a espuma do banco deveria ser mais densa (não dura, densa), pois após uma hora ininterrupta de andança ou mais, começa-se a sentir a ferragem do banco sob o corpo, mas isso ocorreu comigo apenas uma vez.

2 – Outro ponto ruim são os freios, que eu considerei muito pequenos pra ambas as motos, mesmo sendo de baixa cilindrada. Na dúvida, use bem o freio-motor e dirija de forma preventiva/defensiva, antecipando as reduções de velocidade e marcha quando necessário.

3 – o nível de ruído é um pouco alto do meu ponto de vista nas duas motos, mas isso é amenizado após os primeiros mil km rodados (amaciamento).

De positivo, o consumo, a valentia do motor, a baixa manutenção (Hunter. Dafra não tenho como avaliar, mas vê-se que há uma melhor aceitação da Hunter), a potência do farol da Hunter é algo a se destacar: ilumina bem, inclusive, é mais claro e tem facho mais longo comparado com motos como a Suzuki Yes / Honda CG/Titan/Fan e o baixíssimo índice de roubo.

E pra terminar, antes que eu me esqueça: a Hunter 100cc não tem medo de ladeiras. Na cidade em que moro (Campo Grande-MS), passo por uma série de ladeiras, de variadas inclinações, pois a cidade está sobre uma serra e a motinho se desloca com muita valentia. Mesmo com garupa.

Meu comentário final é este: estou satisfeito com minha Hunter100cc. Não tenho como recomendar a compra desta ou daquela marca/produto, mas no que te posso dizer de comparativo, ficaria novamente com uma Hunter, se fosse pensar em trocar de moto.

Grande abraço e continue lendo este blog. Muito obrigado pelo seu comentário!

Daniel Francelino.

Editor.

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