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Archive for the ‘novidades’ Category

Via Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas – Sindimetal

http://www.sindmetal-am.org.br/convencao-coletiva/sundown-vai-pagar-trabalhador-com-motocicletas/

 

Acordo firmado entre o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas e a fabricante das motocicletas Sundown, vai permitir que 41 dos 160 trabalhadores demitidos da empresa até março de 2011, tenham suas rescisões contratuais quitadas, nesse sábado, 11/08, na sede do Sindicato.

Por opção individual, os 41 trabalhadores vão receber motocicletas fabricadas pela empresa, as MAX SE no valor de R$ 4.000,00 e MAX SED, no valor de R$ 4.500,00. O montante a receber é de acordo com o volume do crédito de cada um.

Conforme o advogado do Sindicato dos Metalúrgicos, Dr. Renir Begnini, que está à frente dessa causa, se o crédito do trabalhador não atingir, por exemplo, duas motocicletas, ele terá duas opções: esperar o fim da fila ou unir com outros trabalhadores para completar o valor de uma motocicleta e depois distribuir entre si.

Na última terça feira, 07/08, 71 trabalhadores da Sundown estiveram reunidos em Assembléia promovida no auditório do SindiMetal, com o propósito de optar pelo pagamento em bens (motocicletas), ou levar o processo rescisório pela via comum. Dos presentes, 41 disseram sim.

O restante pode fazer opção por pagamento em bens até o próximo dia 14 de setembro. Os trabalhadores que não estiverem vinculados ao Sindicato também podem aderir a essa proposta.
Outro detalhe citado pelo Dr. Renir, é relativo ao número de motocicletas (montadas) à disposição da quitação de dívidas. Como o processo de pagamento é por sorteio, a empresa se comprometeu fabricar até 50 unidades por semana até a quitação integral da dívida.

Algumas dessas unidades já estão no Hall de entrada do Sindicato, esperando os seus sorteados.

 Algumas motos da Sundown na recepção do Sindicato esperando pelos trabalhadores sorteados


Algumas motos da Sundown na recepção do Sindicato esperando pelos trabalhadores sorteados

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Você que sempre quis saber como fica uma moto quando está hibernando, vai ver como ficou a minha Hunter 100 exatos treze meses parada.

Acompanhe nas fotos e comente!

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Aqui, ainda coberta. Poeira de um ano e um mês acumulada. E isso vai se repetir nas próximas fotos.

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E eis que surge a guerreira…

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Pela camada de poeira que cobre o paralama dianteiro, dá pra ter uma ideia do que me aguarda

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Motor, cambio e carenagens na mesma situação: uma crosta de poeira

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banco: nem preciso descrever… Logo logo a cor original dele reaparece

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No documento está: cor predominante: preta. Nem parece, né?

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835km. Mas como é o segundo painel (vide o post Queda!), somando os 700km do antigo painel, dão 1535km totais. Repare que os ponteiros ficaram amarelados. Antes eram bem brancos.

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Nem só de crosta de poeira resultou esse um ano parada. A motinho também colecionou muitas teias de aranha, transformando-se num verdadeiro condomínio para os aracnídeos. Se você tem aracnofobia, limpe sua moto com frequência!

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Veja o estado em que se encontrava a tampa do tanque: totalmente repleta de oxidação do combustível. E olhe que eu inspecionava a cada vez que vinha visitar a moto.

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Tira-se a tampa do tanque e temos… um fóssil! O bocal do também também apresentava pontos superficiais de ferrugem.

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Teias, teias e teias de aranha. Fora as aranhas vivas que fui achando pela moto…

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Olha aí uma das (dezenas de) aranhas vivas… A ‘intrusa’ logo ficaria sem lar. Mas, fazer o quê? Moto não é condomínio pra insetos.

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Eu já disse que havia muitas aranhas? Olha aí mais uma (o ponto marrom desfocado. Calma, não era uma aranha-marrom… Não tenha medo).

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Um bom banho depois, pronta pra seguir pra oficina e ser reativada. Empurrei a moto à pé, por cerca de uns 3 km, até a oficina onde eu tinha marcado a reativação. Ainda bem que era só seguir em linha reta, como mais da metade do caminho na descida.

O interessante foi que, um ano depois, não havia borrachas ressecadas, pontos de ferrugem nos raios ou aros, ou em outras partes da moto. Tudo bem que ela ficou por todo o período coberta com uma capa, mas isso não a livraria de pegar umidade. Me surpreendeu isso. Basicamente, reativá-la foi só revisar a linha de combustível, fiações, freios, luzes, pneus, lavar, abastecer, trocar a bateria, virar a chave, apertar a partida e sair. Na oficina, também a admiração pelo pouco trabalho que a moto deu foi geral.

Fiquei bem orgulhoso da minha Hunter. E mais do que isso, fiquei muito feliz de ter voltado de vez pra minha vida campo-grandense.

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[esta não é uma postagem paga. O autor ou o blog não receberam nenhum pagamento, seja em mercadoria, seja em espécie ou facilidades para fazer esta postagem]

É fato que a Sundown está aos poucos, voltando à atividade. E é também fato que muitos proprietários de motos da marca tem tido dificuldades em encontrar todas a s peças de que precisam para manter suas máquinas em dia.

Então, coloco aqui informação de pelo menos três lojas onde pode-se fazer contato para conseguir peças:

Starbikes motos (SP) – Revendedor Autorizado Sundown
http://www.starbikesmotos.com.br/

Av. São Miguel, 5291
Ponte Rasa – São Paulo – SP

(11) 2042-7155
(11) 2041-2817
(11) 2041-0622

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Minas & Trilhas (MG) – Revendedor Autorizado Sundown

Av. Dom Pedro II, 3239 – Caiçara

(31) 2526-1099
(31) 2515-1299

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Reviza Moto Peças (MS) – Multimarcas (adquiriu instalações e estoque de peças da antiga revenda Sundown em Campo Grande)

Av. Calógeras, 990
Campo Grande – MS

(67) 3045-4949
(67) 3324-6600

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E claro, aquela informação que já foi publicada há alguns posts atrás:

CONTATO –
O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.

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voltando da hibernação

ela está voltando...

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(Matéria originalmente publicada em: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/10347/cadastroboletim.aspx)

 
Depois de um bom tempo no limbo e sem produzir de outubro a janeiro, a Sundown Motos esboça reação. A marca chegou a ocupar o terceiro lugar em emplacamentos por nove meses entre 2004 e 2006, mas entrou em forte declínio com a crise mundial de 2008. Segundo o antigo presidente, Walther Biselli, a empresa só não fechou por causa da boa participação da marca em cidades do interior.

Em dezembro de 2009, Biselli anunciou um investimento de R$ 15 milhões em novos produtos por parte dos empresários Edilson Binotto e Fernando Buffa. A promessa das novidades, para janeiro de 2010, não se concretizou.

Muitas revendas fecharam. Sobre essa demora na reação e as perspectivas para um mercado mais concorrido, Fernando Buffa, atual presidente da empresa, falou com exclusividade à Automotive Business. Aos 51 anos, o engenheiro mecânico formado pela USP em São Carlos (SP) promete novos modelos para o início de julho de 2011.

Automotive Business – De acordo com os números publicados pela Abraciclo, a Sundown parou de produzir motos em outubro de 2010.

Fernando Buffa – De fato, a produção ficou parada até janeiro deste ano. Voltamos a produzir e estamos montando entre 2,3 mil e 2,4 mil unidades por mês, distribuídas entre os modelos Web 100, Future 125, Max 125 e Hunter 100. [Nota da redação: todos estes modelos fazem parte da linha antiga, que a marca já montava antes crise de 2008.]

Quantas revendas permanecem abertas e como a Sundown convencerá empresários a investir novamente numa concessionária da marca? Eles terão algum tipo de facilidade, vantagens, campanhas na TV?
Temos 184 pontos de venda, 110 concessionárias e 67 oficinas autorizadas. Para a abertura de concessionárias estamos dando prioridade às regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul.

Apresentamos a eles um plano de trabalho com base no desenvolvimento de produtos, serviços e especialmente no pós-vendas, que para mim é o ponto mais importante. Reconheço problemas com a marca. Vender é um desafio, mas manter o produto é um desafio ainda maior.

Qual é o investimento para abrir uma concessionária Sundown?
Numa cidade de porte médio e estimativa de venda de 40 a 50 motos por mês, são necessários cerca de R$ 200 mil, incluindo capital de giro, produtos e instalações, fora o ponto. Para uma cidade grande e volume de 80 a 90 motos por mês, esse valor sobe para R$ 320 mil a R$ 330 mil.

E os produtos novos, quando chegam? Eles foram prometidos para janeiro de 2010.
Chegam às revendas em julho. Teremos um novo scooter, o Outlook 150, renovamos a V-Blade 250 cc e haverá também uma esportiva de 250 cc, a Roadwin. Durante o primeiro semestre de 2010 houve conflitos que não permitiram que a empresa andasse, como problemas para a transferência das ações da Tophill. Um processo que normalmente levaria duas a três semanas levou quatro meses.

A Sundown chegou a ser a terceira em vendas no Brasil, mas agora existem novos concorrentes. Com quem a marca vai dividir mercado?
Vamos brigar com Suzuki, Dafra e Kasinski, mas com serviços muito melhores.

E a produção de bicicletas, como está? Houve um período em que as redes de hipermercados eram repletas de modelos Sundown.
Não fazemos mais bicicletas. Não temos como produzi-las aqui pela margem que fica para nós quando vendemos para as redes de hipermercados.

E o que garante que a marca não vai morrer e que esses novos anúncios e nossa conversa não são apenas uma cortina de fumaça?
O que garante é que eu e meu sócio (Edilson Binotto) não gostamos de jogar dinheiro fora. Estamos fazendo investimentos na marca e em forma de patrocínio automobilístico (em modalidades como Fórmula Indy e Racing Festival). Temos contratos a cumprir.

Como esclarecimento, segundo a Sundown, o processo de reestruturação societária a que a companhia se submeteu teve alguns desdobramentos recentes.

As empresas ESB (Edilson Binotto) e Phenix (Fernando Buffa) concluíram o processo de aquisição das ações do fundo de participações Tophill e conjuntamente passaram a deter 78,28% do capital da Brasil & Movimento (B&M), tornando-se, desta forma, os novos controladores da empresa.

Completam a sociedade a Holding Airumã, com 14,77%, e a empresa SWN, com 6,95%.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/10347/cadastroboletim.aspx

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Olá!

O Editor

Passado um longo tempo, estou voltando às postagens aqui no blog. Peço minhas sinceras desculpas por ter ficado tanto tempo sem postar uma linha sequer aqui. Daqui a algumas horas, farei uma nova postagem, mais longa do que essa, fazendo o traçado de por que tanta ausência da minha parte a um público leitor tão fiel. 

Meus agradecimentos por suas mais de 12,7 mil visitas. Minhas desculpas.

Daniel Francelino.

Editor.

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Texto original: Equipe Sobremotos (sobremotos@sobremotos.com.br). Direitos autorais reservados ao autor.

Sexta, 6 Agosto 2010

A Sundown Motos finalmente tem incorporados novos sócios em sua composição societária para dar fôlego em sua tentativa de recuperação de mercado. Desde o último dia 5 de agosto foi oficialmente confirmada a nova composição societária da Sundown com a entrada de dois novos sócios, conforme já havia sido antecipado por http://www.sobremotos.com.br As empresas ESB, de Edilson Binotto, também diretor-presidente do Grupo Binotto, um dos maiores grupos de logística e transportes do Brasil, e Phenix, de Fernando Buffa, fabricante de motores para motocicletas e ex-TMT Motoco, são os novos controladores da empresa, com 78,28% do capital da B&M adquiridos do Fundo de Participações Tophil.

Embora não tenha sido divulgado, o valor da transação deve ter ficado em torno dos 15 milhões de reais. A Holding Airumã, da família Rosa, da qual Claudio Rosa é integrante e atual presidente da CRZongshen, também já tendo sido diretor industrial da própria Sundown, mantém sua participação de 14,77%. A empresa SWN, de José Martins Lechetta, também se mantém com 6,95%. Finalmente tendo sido concluído este processo, também foi alterada a direção da empresa. Fica à frente da presidência do Conselho de Administração José Martins Lechetta, que pessoalmente tratará dos processos inerentes à rede de concessionários da marca, bem como com o relacionamento com entidades de classe e governamentais. Walther Biselli, que liderou a Sundown nos piores momentos de sua história deixa a empresa. Assume a presidência o próprio acionista Fernando Buffa, também acumulando interinamente a diretoria industrial. As demais diretorias também tiveram seus executivos alterados.

Agora, com todo esta nova “cara”, espera-se que finalmente a Sundown possa apresentar uma nova linha de produtos, que sabe-se que já vinham sendo desenvolvidos na gestão de Biselli, apesar de todas as restrições financeiras, que a rede concessionários seja reestruturada, que uma maior atenção ao pós-venda seja dispensada e que a marca e seus respectivos produtos voltem a ser bem comercializados por todo o Brasil.

In: http://sobremotos.solupress.com/sobremotos/news/articles/article5061.asp

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