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Archive for the ‘galeria de fotocas’ Category

Você que sempre quis saber como fica uma moto quando está hibernando, vai ver como ficou a minha Hunter 100 exatos treze meses parada.

Acompanhe nas fotos e comente!

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Aqui, ainda coberta. Poeira de um ano e um mês acumulada. E isso vai se repetir nas próximas fotos.

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E eis que surge a guerreira…

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Pela camada de poeira que cobre o paralama dianteiro, dá pra ter uma ideia do que me aguarda

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Motor, cambio e carenagens na mesma situação: uma crosta de poeira

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banco: nem preciso descrever… Logo logo a cor original dele reaparece

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No documento está: cor predominante: preta. Nem parece, né?

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835km. Mas como é o segundo painel (vide o post Queda!), somando os 700km do antigo painel, dão 1535km totais. Repare que os ponteiros ficaram amarelados. Antes eram bem brancos.

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Nem só de crosta de poeira resultou esse um ano parada. A motinho também colecionou muitas teias de aranha, transformando-se num verdadeiro condomínio para os aracnídeos. Se você tem aracnofobia, limpe sua moto com frequência!

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Veja o estado em que se encontrava a tampa do tanque: totalmente repleta de oxidação do combustível. E olhe que eu inspecionava a cada vez que vinha visitar a moto.

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Tira-se a tampa do tanque e temos… um fóssil! O bocal do também também apresentava pontos superficiais de ferrugem.

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Teias, teias e teias de aranha. Fora as aranhas vivas que fui achando pela moto…

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Olha aí uma das (dezenas de) aranhas vivas… A ‘intrusa’ logo ficaria sem lar. Mas, fazer o quê? Moto não é condomínio pra insetos.

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Eu já disse que havia muitas aranhas? Olha aí mais uma (o ponto marrom desfocado. Calma, não era uma aranha-marrom… Não tenha medo).

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Um bom banho depois, pronta pra seguir pra oficina e ser reativada. Empurrei a moto à pé, por cerca de uns 3 km, até a oficina onde eu tinha marcado a reativação. Ainda bem que era só seguir em linha reta, como mais da metade do caminho na descida.

O interessante foi que, um ano depois, não havia borrachas ressecadas, pontos de ferrugem nos raios ou aros, ou em outras partes da moto. Tudo bem que ela ficou por todo o período coberta com uma capa, mas isso não a livraria de pegar umidade. Me surpreendeu isso. Basicamente, reativá-la foi só revisar a linha de combustível, fiações, freios, luzes, pneus, lavar, abastecer, trocar a bateria, virar a chave, apertar a partida e sair. Na oficina, também a admiração pelo pouco trabalho que a moto deu foi geral.

Fiquei bem orgulhoso da minha Hunter. E mais do que isso, fiquei muito feliz de ter voltado de vez pra minha vida campo-grandense.

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voltando da hibernação

ela está voltando...

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“O asfalto é um grande ralador, apenas esperando para que você caia nele” (Paulino, advogado e grande amigo, sábio sobre o destino inevitável dos motociclistas)

Quarta-feira, 6 de janeiro de 2010, 7h da manhã. Poderia ser apenas um belo dia de sol forte, de calor insuportável e uma mnhã suarenta anunciando chuvas pro fim do dia.

Como de costume, já estava pronto pra ir ao trabalho, um trajeto de pouco mais de 8km a ser percorrido, como nas manhãs e fins de tarde anteriores. Pego a moto, tiro-a de dentro de casa, fecho o portão, tranco a casa e me equipo: tiro os óculos, ponho o capacete, ponho os óculos, ajusto-os, fecho a viseira e fecho a “juguleira” do capacete. Subo na moto, ajusto a tira da bolsa estilo carteiro que uso para ficar mais curta quanto possível.

Ponho a chave no contato, viro-a. A luz indicando a primeira marcha acende. Aciono o pedal do câmbio até que a moto caia em neutro. Verifico a torneira do combusttível. Está tudo certo. Recolho o descanso lateral da moto, aciono o interruptor do farol e ligo a moto. Acelero suave umas duas vezes, deixo o motor acionado por um minuto e aciono o freio dianteiro, pra em seguida, acionar o câmbio, colocar a primeira marcha e sair. Tudo certo no caminho até a hora de mudar o trajeto…

Mudança de planos

Por conta de uma obra na Rua 14 de julho, próximo à Av. Mascarenhas de Morais, área norte da capital, tenho que dar meia-volta e entrar à direita na primeira rua livre que econtrei. Sigo até a Av. Júlia Maksoud, paro no sinal do cruzamento com a Av. Mascarenhas de Morais. O sinal abre e eu vou. Na minha frente, um Pálio verde. Logo atrás, um Corsa branco.  Agora a Júlia Maksoud passa a se chamar Pedro Celestino. Uma rua que começa a fazer uma curva em “S”. Faço a primeira perna do “S” com perfeição. As placas indicam a máxima de 40km/h. Reduzo… fico em 30km/h…  aciono suavemente o freio traseiro e o dianteiro… reduzo para a 2ª marcha… a velocidade vai a 25km/h… me mantenho assim… reduzo um tanto mais… passo pela segunda metade do “S” aberto…

No meio do caminho tinha tampa…

Com baixa velocidade e freio traseiro ainda sendo acionado de leve, paro de acelerar, pois é um declive. Deixo a moto no freio motor, mas eis que no meio da faixa há uma tampa de bueiro. Devidamente fechada e rente ao piso, mas o suficiente para que a roda traseira perca aderência e tração e faça a traseira da moto sair para a direita. A dianteira insiste em seguir pela esquerda, a moto inclina e eu ganho o chão.

No instante da queda tenho o reflexo de fechar os olhoas e abri-los rapidamente, enquanto ouço o barulho de plástico quebrando e metal arrastando. Caio pra esquerda, com a cabeça virada pra trás e o tronco de bruços. Ainda vejo o Corsa branco vindo na minha direção. Por sorte, o motorista reduz ainda mais a velocidade e desvia com tranquilidade. Nem o condutor do corsa nem os motoristas dos demais carros param pra ver o que houve.

Quem pára é um motociclista que vinha no sentido contrário da rua. Encosta a moto, desce, pergunta se estou bem, me ajuda a levantar a moto do chão. Agradeço pela ajuda. Ele refaz a pergunta e asseguro que está tudo bem.

Sinto as dores da queda. Solto um palavrão repetidas vezes, bravo com o erro que cometi ao cair, não pela ajuda que recebi. O motociclista segue o trajeto com a passageira que levava na garupa. A moto ainda está com o motor acionado e funcionando… desligo-a. Pego o telefone e informo minha namorada do que houve. Me recomponho e vou empurrando a moto até a casa dela, que é próxima ao local. Deixo a moto no estacionamento do prédio e sigo para o Pronto Socorro.

Faço a ficha, passo por uma bateria de radiografias e exames.

O saldo? Algumas queimaduras por abrasão no joelho, panturrilha,  mão e dedo mínimo esquerdos. Pego atestado médico, retorno ao trabalho na manhã seguinte. Desta vez, à pé. Por sorte, nada quebrado em mim. Na manhã desta sexta-feira, um profissional da autorizada vem buscar minha moto. Agora, é esperar para curar as feridas e conseguir o dinheiro necessário para cobrir os gastos com os reparos.

Abaixo, as fotos de como ficaram a moto e o capacete:

Dianteira - lateral esquerda- farol, painel e lanterna danificados

Dianteira - frontal - farol, retrovisor, lanterna e painel danificados

Paralama dianteiro

Uma vista lateral do painel. De inclinado a pouco mais de 30º, chegou a quase 90º com o impacto

Uma olhada mais de perto de como ficou a lente e o aro do farol

Estado do interruptor da iluminação da moto - lado direito do guidão

Estado da proteção e do manete da embreagem - lado esquerdo do guidão

Pedaleira do piloto - lado esquerdo

Lado esquerdo do bagageiro. Acho que vai precisar ser repintado. Se fosse da Dafra Super100, teria resistido assim?

Lado direito - danos no farol e painel

Vista dos estragos no painel

Vista do manete esquerdo e retrovisor esquerdo

Detalhe da seta esqueda traseira. Quebrou, mas continua funcionando!

Agora o detalhe do aro do farol e da seta dianteira esquerda

Mais um close do estrago no pára-lama dianteiro

Outra vista do farol

Detalhe do local no capacete atingido na queda

Outro detalhe do capacete

Detalhe da mão esquerda e dedo mínimo

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Com a possível aquisição do controle acionário da Sundown pelo grupo Binotto de logística, lanço a pergunta (que não farei à Sundown por que parece que ninguém responde o que eu pergunto por lá, seja via SAC ou seja via assessoria):

Com a mudança do controle acionário e o possível fim da parceria com a chinesa Qingqi –provado com a presença de estandes separados das duas marcas no Salão Duas Rodas, os lançamentos prometidos para 2010 aparecerão mesmo na praça?

Em tempo: O que viria por aí, em 2010 (viria, por que nem sei se vem mesmo…):

Hawk 150cc

Hawk 150cc: street de uso diário

Hawk 150cc: street para uso diário. Um meio-de-caminho entre o design da Max e das YBR/CG?

Outlook 150cc:

Outlook 150cc: Vem para aposentar as Web ou para disputar o nicho com a Honda Lead /  Dafra Ziggy?

Outlook 150cc: vem pra aposentar as Web ou para disputar com Honda Lead e Dafra Ziggy?

Max Motofrete

Moto frete: nada mais do que a mesma moto, só que com Baú. Talvez por que quem comprava pra esse fim acabava perdendo a garantia pelo fato da Sundown não ter nenhum acessório autorizado pela marca para uso em suas motos...

Max Triciclo Motofrete

Outra adaptação de nicho: um triciclo pra motocarga. Este aí está preparado para carregar garrafões d'água

E-Future  2Kw

Future Elétrica: cores berrantes no melhor estilo CBR 300cc. Boa alternativa pra quem roda pouco, além de ser C02 zero. Motor é de 2mil watts. Passe reto do posto e reze pra não ter apagão...

Nesta sexta-feira, a continuação deste post. Até lá!

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Com um atraso bem grande (prometido na sexta mas só feito hoje, segunda-feira, segue o restante desta matéria “Novidades ameaçadas?”:

V

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Algumas fotinhos da minha pequenina: Hunter 100cc.  O equipamento usado para os cliques foi uma Nikon D40, de 6,0 MPx. As fotos foram tiradas em 10 de novembro, no finzinho da tarde. Apesar da pouca luz do dia, a captação ficou muito boa. Não tirei fotos da dianteira por que já não haveria tempo para manobrá-la e deixá-la “em pose”. Com mais tempo, mais fotos. Apreciem e comentem.

3/4 de perfil traseiro, posando em meio aos "pingos d'ouro". Foto: Francelino

Painel (foto até meio velha já... atualmente, com 320 km rodados)

O "derrière" da pequena

Uma outra vista da traseira da pequena Hunter 100

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