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Archive for the ‘Eventos em geral’ Category

Média de 80 a 95km/h. Com um bom equipamento de proteção e a minha Hunter bem ajustadinha, quem sabe um dia faça isso. Por enquanto, curtam a aventura do Zat Henrique (via Youtube):

E lembre-se: Respeite sempre os limites. Os seus, da estrada e da moto. Obedeça à sinalização e mantenha as revisões da moto em dia, sempre fazendo uma revisão completa antes de pegar a estrada. E sempre, SEMPRE use capacete e equipamentos de proteção de boa qualidade, como jaquetas, proteções de articulação, pescoço, botas e afins. Não há razão quando se ganha uma lesão. Boa viagem!

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Pôr a moto para hibernar é uma situação que em algum momento da vida você vai acabar fazendo. O meu momento foi a cerca de um mês, quando recebi a informação de que deveria me apresentar ao menu novo trabalho em Curitiba – PR, a alguns milhares de quilômetros de Campo Grande – MS.
Como essa ausência é temporária e não poderia levar a moto comigo, parti então para o proceso de desativação:

Com a moto limpa e seca, levei-a até a garagem de um estacionamento onde ela ficaria pelo tempo em que eu estivesse fora. Estacionei-a bem próxima a um canto, para não atrapalhar a circulação das outras motos que iriam dividir o espaço com ela. Coloquei-a sobre o seu cavalete central e esvaziei ambos os pneus.

Em seguida, removi a tampa lateral esquerda, que dá acesso à bateria. Com o auxílio de uma chave de ajuste e usando luvas grossas de borracha, retirei os cabos e a bateria. Fechando a tampa, o passo seguinte foi o esvaziamento do tanque.

Com pouco mais de quatro litros, usei um galão para aparar o combustível. comecei fechando a válvula de passagem do tanque ao carburador. Com uma chave de fenda, solto o parafuso da cuba, e a gasolina contida ali começa a escorrer. Depois de drená-lo, recoloco o parafuso com cuidado. Carburador seco, agora é a derradeira hora do tanque.

Com as mãos, afrouxei a abraçadeira que une uma das pontas da mangueira à entrada de combustível do carburador. O filtro de combustível escorre um pouco de gasolina, mas nada demais. Posiciono a mangueira na boca do galão e abro a válvula de passagem do tanque. A gasolina começa a escorrer rapidamente.

Em pouco tempo, o tanque está quase vazio. Posiciono a válvula na “reserva” e escorre o pouco que ainda restava. Inclino a moto para escorrer o que ficou no fundo e o tanque fica com uns poucos ml de combustível. Abro a tampa do tanque, borrifo microóleo anticorrosivo no interior dele e da fechadura da tampa. Fecho-o. Borrifo o mesmo microóleo no interior do escapamento e nas partes móveis do carburador, coluna de direção, corrente, embreagem e por fim, no interior do cilindro, onde removi a vela com o auxílio da própria chave de vela. Recoloco-a e a moto está pronta para descansar. Cubroa- com uma capa, tranco-a e agora ela jaz à minha espera. Pela minha volta.

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ônibus x moto: batalha desigual

Ônibus atrasa a vida até quando se está fora dele. Constatei isso em mais de uma ocasião: uma no banco do carona, quando acompanhava minha namorada no carro dela: os ônibus ocupando uma faixa e meia de circulação, deixando qualquer passeio um verdadeiro perigo.  Depois, quando já habilitado comecei a ir pra tudo quanto é canto da cidade de moto: indo pela rua 13 de Maio, um desses ônibus articulados, com pelo menos uns 22 metros de comprimento e uns vários a menos de largura, porém não muito menor, estaciona de súbito, pra pegar passageiros. Eu ia todo pimpão e serelepe em minha motoquinha. Inexperiente ao extremo com o guidão, não consegui ter o reflexo para mudar de faixa. Sim, eu ia pela direita nessa época e tudo o que pude fazer foi meter o pé no freio e mais uma puxada de leve no freio dianteiro e parar a danada atrás daquele monstrengo poluidor e ocupador de espaço.

E dá-lhe a esperar… e esperar… E finalmente o bruto sai do ponto, toma de novo a faixa do meio. Aproveito e sigo, na direita. Essa paradinha me rendeu uma perda de tempo pequena, mas que fez uma diferença danada pra me atrasar para o trabalho.

Já a terceira vez que me aconteceu do ônibus atrasar a minha vida foi na terça-feira, dia 2 de março. Desta vez na Rua Quatorze de Julho, que é mão dupla no final de sua numeração no sentido sul-norte. Para piorar, era noite, ali pelas 18h20. Tenho algumas pequenas limitações que me tornam um cauteloso no trânsito desde que comecei a tirar habilitação para carro, há dois anos e moto, no ano passado. Ambos os projetos concluídos, mas o agente complicador de minha vida no Detran e no trânsito era a soma de minha miopia e visão monocular com o fato de eu ter uma tremenda dificuldade de enxergar durante à noite. É olhar no retrovisor e não ver nada além de ofuscamentos… E na pista, nada além de ver uma coisa só: um tapete preto, sem ter como distinguir tampas de bueiro ou buracos à frente.

Nesta terça eu ia de casa até uma escola preparatória para concursos. No caminho eu ia obrigatoriamente passar pela Quatorze de Julho. Sigo nela, contorno a primeira rotatória, faço uma curva à direita, na saída e dou de cara com um dito ônibus, paradão no ponto. Desta vez o reflexo existe: ligo a seta esquerda, olho o retrovisor, abro a ultrapasagem, passo ao lado do busão, desligo a seta, ligo-a para a direita e sigo meu caminho. Até aí tudo bem…

Até que me lembro de uma cretinice feita dias atrás: uma pequena secção do asfalto foi quebrado e ficou um buraco, vala ou degrau, como queira, na rua. Se passasse por ele na velocidade que vinha – cerca de 40~50km/h, era um tombo na certa. Ou no mínimo, um bom estrago na suspensão…

Reduzo bem a velocidade para passar naquela valeta e me surgem dois pares de faróis no retrovisor. Era o ônibus… Acelerando, fazendo barulho, motor roncando alto. Passo da valeta, começo a acelerar e o busão ali, me “apertando”, pra eu acelerar mais e mais… me mantenho mais à direita, pra deixá-lo passar, mas ele não quer. Quer é que eu corra dele. Percebo que o ônibus está a pouco mais de um metro de distância… uma nova rotatória à frente, o ônibus acelera mais e não tenho escolha: vou totalmente pra direita e encosto no meio fio. O ônibus, na pessoa de seu digníssimo boçal motorista ainda me “fecha”, passando como se a curva que deveria ter contornado fosse uma reta…

E se acontecesse um acidente por causa deste cidadão irresponsável? Sabe o que iam dizer, ele e a imprensa, ao noticiar o asfalto sujo de sangue, gasolina e pedaços de gente e plástico?

“A culpa é do motoqueiro”,  “apareceu do nada…”, “ele tava correndo muito…”. Hum, sei… E o motorista do ônibus? Será mesmo que era necessário correr tanto assim? Por que ele não me ultrapassou, se eu estava deixando espaço pra isso?

Nessa história, não sei o que é o pior: se é o fato de uma criatura dessas ter direito à habilitação para dirigir um veículo de transporte coletivo ou se é um sujeito desses achar que só por que está num veículo grande, é o dono da rua e determina a velocidade que os demais vão andar, mesmo onde há placas sinalizando máxima de 40km/h.

Mais ainda há algo muito pior: esse cara tem título de eleitor e vota… isso é que é preocupante….

Outra visão do desenho, também com arte deste redator

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Vi ontem finalmente o tal comercial oficial da Zig. Carregado de um exagero absurdo, lembrando uns reclames da década de 50 -a idéia de resistência e robustez, essas coisas. Mas de qualquer forma, já é algum comercial, ao contrário do silêncio publicitário percebido em marcas concorrentes da Dafra.

O me chamou muito a atenção foi o final do comercial. Pra quem puder assistir, fica a dica: aparece uma moto de farol carenado na direita do vídeo, ao fundo. Me parece ser a Apache. Pelo jeito, ela vem mesmo pro mercado.

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A Apache é uma moto street 150cc, produzida pela marca indiana TVS. A marca briga no mercado asiático com marcas locais nos países onde atua e com as chinesas de maior prestígio.

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Falta só uma visita pra chegarmos ao número de 2 mil acessos! Obrigado a você, leitor!

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Com a possível aquisição do controle acionário da Sundown pelo grupo Binotto de logística, lanço a pergunta (que não farei à Sundown por que parece que ninguém responde o que eu pergunto por lá, seja via SAC ou seja via assessoria):

Com a mudança do controle acionário e o possível fim da parceria com a chinesa Qingqi –provado com a presença de estandes separados das duas marcas no Salão Duas Rodas, os lançamentos prometidos para 2010 aparecerão mesmo na praça?

Em tempo: O que viria por aí, em 2010 (viria, por que nem sei se vem mesmo…):

Hawk 150cc

Hawk 150cc: street de uso diário

Hawk 150cc: street para uso diário. Um meio-de-caminho entre o design da Max e das YBR/CG?

Outlook 150cc:

Outlook 150cc: Vem para aposentar as Web ou para disputar o nicho com a Honda Lead /  Dafra Ziggy?

Outlook 150cc: vem pra aposentar as Web ou para disputar com Honda Lead e Dafra Ziggy?

Max Motofrete

Moto frete: nada mais do que a mesma moto, só que com Baú. Talvez por que quem comprava pra esse fim acabava perdendo a garantia pelo fato da Sundown não ter nenhum acessório autorizado pela marca para uso em suas motos...

Max Triciclo Motofrete

Outra adaptação de nicho: um triciclo pra motocarga. Este aí está preparado para carregar garrafões d'água

E-Future  2Kw

Future Elétrica: cores berrantes no melhor estilo CBR 300cc. Boa alternativa pra quem roda pouco, além de ser C02 zero. Motor é de 2mil watts. Passe reto do posto e reze pra não ter apagão...

Nesta sexta-feira, a continuação deste post. Até lá!

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Com um atraso bem grande (prometido na sexta mas só feito hoje, segunda-feira, segue o restante desta matéria “Novidades ameaçadas?”:

V

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Olá, leitor e leitora!

Sabia que tem novidades, já não tão novas assim aqui no blog?

Pois é. Tem!Veja só:

A hora da estrela

A primeira novidade é a classifcação das postagens por estrelas. Quando um leitor chega ao blog por algum sistema de busca, diretamente num post ou quando aqui mesmo no blog o leitor procura por um post específico para leitura, ao final do texto há o ícone de 5 estrelas. Ao passar o mouse sobre elas, aparece uma classificação, que vai de muito ruim a excelente.

É uma ferramenta de avaliação de postagem que me ajuda bastante a saber o que você leitor deseja saber e o que mais gosta de ler aqui.

Agora que já sabe, avalie já os tópicos que já leu!

RSS (assinatura de notícias para ler no seu agregador favorito)

Estes são exemplos de ícones RSS. Legal, né?

Os RSS estão na cara do site, lá no topo. Tem um ícone alaranjado onde você clica e segue o passo a passo para assinar. A assinatura é de graça e muito semelhante ao “Favoritos” ou “Bookmark” do seu navegador. Assim, você lê todas as postagens assim que forem saindo, no seu navegador. Clica lá e tenha um feliz RSS…

E é isto. Até o próximo post!

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