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Archive for the ‘Moto segurança’ Category

In: Vrum

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Um dos grandes dilemas de cidades médias e grandes é a postura dos motoristas ao volante. A maioria ainda ignora os princípios básicos de civilidade e tumultua a circulação de veículos pelo egoísmo e desconhecimento das regras básicas. Saiba o que pode ser feito para diminuir a agressivade entre os motoristas e as ruas e avenidas não se transformem em cenário de guerra urbana.

Para garantir um trânsito mais seguro e dinâmico, o Código de Trânsito Brasileiro determina onde cada veículo deve estar e quem tem a preferência. Separamos algumas situações-chave para você conferir se ainda está em dia com as lições da autoescola.

RETORNO NO CANTEIRO central – Essa é das dúvidas repentinas que mais assolam os motoristas. O jeito certo é permanecer à sua esquerda, próximo ao canteiro central. Não esqueça de sinalizar a intenção de retornar, já que a faixa da esquerda é comumente usada para o trânsito rápido.

(N/E) Agora, se você está usando um canteiro para entrar numa outra rua que o cruza. aí sua manobra deve ser de forma a que você pare/siga com sua moto/carro de frente para a rua que você vai entrar. Ou seja, pare na faixa imaginária ou demarcada direita do ‘miolo’ do canteiro, de frente pra faixa direita da rua onde você vai entrar.

ROTATÓRIA – Regrinha básica também: quando não há sinalização, a preferência é de quem já está na rotatória.

(N/E) Eu adicionaria: A rotatória é como se fosse um cruzamento invertido. Como? Quer dizer que, na rotatória, a preferência é de quem vem da esquerda. Essa eu aprendi quando ainda estava tirando habilitação. Sigo isso e nunca tive acidente ou susto. Mas é preciso MUITA atenção quando se vai percorrer uma rotatória. Sempre olhe e sinalize suas intenções. A seta ou lanterna é importante e deve ser usada em todas as manobras que for fazer.

NA PRAÇA – Você se aproxima de uma praça que oferece a opção de conversão em diversas ruas e pretende contorná-la. O melhor é se manter à esquerda, para não atrapalhar os outros veículos que pretendem entrar em alguma dessas ruas.

CRUZAMENTO SEM SINALIZAÇÃO – Sabe quando dá a louca nos sinais e eles param de funcionar? Se não chegar ninguém para controlar o trânsito, de quem será a preferência? Bom, daí depende. Em primeiro lugar, a preferência é do carro que transita por uma rodovia. Nos demais casos, a preferência é dos veículos que vierem à direita do condutor.

(N/E) Se você estiver em Campo Grande MS, acione a Polícia Militar de Trânsito pelo 190 ou então a Agência Municipal de Trânsito – Agetran pelo 118 ou 3314-9973). Em cada semáforo há um número identificando-o. Informe ao atendente o número do sinal e em que rua e cruzamento ele está.

VEÍCULO EM URGÊNCIA – Está no código de trânsito. Quando se percebe a aproximação de veículos em urgência (ambulância, polícia, salvamento etc.), os demais veículos devem deixar a faixa da esquerda livre, deslocando-se para direita e parando, se necessário.

SINAL X FAIXA – Sinal verde é para o carro passar, correto? E na faixa de pedestre a preferência é dos transeuntes, ok? E quando as duas sinalizações se encontram, o que prevalece? O sinal!

FILA NA ESTRADA – Essa situação também é clássica. Naquela estrada com pouquíssimos pontos de ultrapassagem, é comum formar uma fila de carros atrás dos veículo mais lentos, como um caminhão carregado. Daí vira aquele festival de absurdos, um carro cortando o outro. Para que todos sejam respeitados, o correto é que os veículos da fila mantenham distância entre si para possibilitar que os motoristas que queiram ultrapassar possam ir intercalando o comboio.

FECHANDO O CRUZAMENTO – Engana-se o motorista que tem o direito de fechar um cruzamento só porque o sinal está aberto. É preciso prestar atenção e, caso não caiba mais nenhum carro depois do cruzamento, o melhor é esperar. E nada de invadir a faixa de pedestre.

NO SENTIDO CERTO – Para estacionar na rua, quando não houver sinalização orientando, é preciso estar atento ao sentido do fluxo. Se você estacionar seu carro no sentido oposto estará sujeito a multa.

NA PERPENDICULAR – Também existem normas para as motos estacionarem. A posição correta, também se não houver sinalização orientando, é na perpendicular em relação ao meio-fio.

NÃO ABRA A CURVA – Olha essa. O artigo 35 do CTB determina que antes de qualquer deslocamento lateral, que pode ser entendido como a transposição da faixa de trânsito, o motorista deve indicar seu propósito de forma clara e com a devida antecedência. Então, nada de abrir a curva, invadindo a faixa ao lado, a não ser que você esteja dirigindo uma carreta. Mas se for fazer, não deixe de sinalizar.

(N/E) Eu abro as curvas transpondo faixa. Mas primeiro eu faço a curva fechada, olho nos retrovisores, inverto a seta se for preciso e daí abro transpondo as faixas até onde eu quero ir. Mas eu sempre olho os retrovisores. Na dúvida, eu não vou. E sinalizo tudo com seta. Até pra desviar de c*c* de cachorro eu dou seta…

E a minha nota final sobre esse texto é: Em Campo Grande, você precisa ser ninja pra pilotar ou dirigir. O povo aqui acha que a Lei de Trânsito tira folga aos finais de semana, à noite e nos horários de entrada e saída de estudante….

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Média de 80 a 95km/h. Com um bom equipamento de proteção e a minha Hunter bem ajustadinha, quem sabe um dia faça isso. Por enquanto, curtam a aventura do Zat Henrique (via Youtube):

E lembre-se: Respeite sempre os limites. Os seus, da estrada e da moto. Obedeça à sinalização e mantenha as revisões da moto em dia, sempre fazendo uma revisão completa antes de pegar a estrada. E sempre, SEMPRE use capacete e equipamentos de proteção de boa qualidade, como jaquetas, proteções de articulação, pescoço, botas e afins. Não há razão quando se ganha uma lesão. Boa viagem!

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E eu me lembrei disso quando mais precisei: no sábado, 24/4, indo pra casa, à tarde. Faço uma curva e a moto engasga. Acelero e o motor falha. Na hora de reduzir a velocidade, o motor morre. Temendo ter entrado água no motor pela chuva excessiva do dia anterior, encostei, tentei dar a partida e nada. Abri o tanque e lá estava —ou melhor, NÃO estava— o culpado: o combustível havia se esgotado e o tanque estava completamente seco.

Tive de empurrar a moto na subida por cerca de 1,5km e depois, descer os 2,5 km restantes na “banguela”, até chegar a um posto de gasolina mais próximo. Enquanto não inventam uma moto com motor movido à vento, vou me cuidando pra prestar mais atenção no nível do tanque, já que a motinho não tem indicador do nível de combustível.

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ônibus x moto: batalha desigual

Ônibus atrasa a vida até quando se está fora dele. Constatei isso em mais de uma ocasião: uma no banco do carona, quando acompanhava minha namorada no carro dela: os ônibus ocupando uma faixa e meia de circulação, deixando qualquer passeio um verdadeiro perigo.  Depois, quando já habilitado comecei a ir pra tudo quanto é canto da cidade de moto: indo pela rua 13 de Maio, um desses ônibus articulados, com pelo menos uns 22 metros de comprimento e uns vários a menos de largura, porém não muito menor, estaciona de súbito, pra pegar passageiros. Eu ia todo pimpão e serelepe em minha motoquinha. Inexperiente ao extremo com o guidão, não consegui ter o reflexo para mudar de faixa. Sim, eu ia pela direita nessa época e tudo o que pude fazer foi meter o pé no freio e mais uma puxada de leve no freio dianteiro e parar a danada atrás daquele monstrengo poluidor e ocupador de espaço.

E dá-lhe a esperar… e esperar… E finalmente o bruto sai do ponto, toma de novo a faixa do meio. Aproveito e sigo, na direita. Essa paradinha me rendeu uma perda de tempo pequena, mas que fez uma diferença danada pra me atrasar para o trabalho.

Já a terceira vez que me aconteceu do ônibus atrasar a minha vida foi na terça-feira, dia 2 de março. Desta vez na Rua Quatorze de Julho, que é mão dupla no final de sua numeração no sentido sul-norte. Para piorar, era noite, ali pelas 18h20. Tenho algumas pequenas limitações que me tornam um cauteloso no trânsito desde que comecei a tirar habilitação para carro, há dois anos e moto, no ano passado. Ambos os projetos concluídos, mas o agente complicador de minha vida no Detran e no trânsito era a soma de minha miopia e visão monocular com o fato de eu ter uma tremenda dificuldade de enxergar durante à noite. É olhar no retrovisor e não ver nada além de ofuscamentos… E na pista, nada além de ver uma coisa só: um tapete preto, sem ter como distinguir tampas de bueiro ou buracos à frente.

Nesta terça eu ia de casa até uma escola preparatória para concursos. No caminho eu ia obrigatoriamente passar pela Quatorze de Julho. Sigo nela, contorno a primeira rotatória, faço uma curva à direita, na saída e dou de cara com um dito ônibus, paradão no ponto. Desta vez o reflexo existe: ligo a seta esquerda, olho o retrovisor, abro a ultrapasagem, passo ao lado do busão, desligo a seta, ligo-a para a direita e sigo meu caminho. Até aí tudo bem…

Até que me lembro de uma cretinice feita dias atrás: uma pequena secção do asfalto foi quebrado e ficou um buraco, vala ou degrau, como queira, na rua. Se passasse por ele na velocidade que vinha – cerca de 40~50km/h, era um tombo na certa. Ou no mínimo, um bom estrago na suspensão…

Reduzo bem a velocidade para passar naquela valeta e me surgem dois pares de faróis no retrovisor. Era o ônibus… Acelerando, fazendo barulho, motor roncando alto. Passo da valeta, começo a acelerar e o busão ali, me “apertando”, pra eu acelerar mais e mais… me mantenho mais à direita, pra deixá-lo passar, mas ele não quer. Quer é que eu corra dele. Percebo que o ônibus está a pouco mais de um metro de distância… uma nova rotatória à frente, o ônibus acelera mais e não tenho escolha: vou totalmente pra direita e encosto no meio fio. O ônibus, na pessoa de seu digníssimo boçal motorista ainda me “fecha”, passando como se a curva que deveria ter contornado fosse uma reta…

E se acontecesse um acidente por causa deste cidadão irresponsável? Sabe o que iam dizer, ele e a imprensa, ao noticiar o asfalto sujo de sangue, gasolina e pedaços de gente e plástico?

“A culpa é do motoqueiro”,  “apareceu do nada…”, “ele tava correndo muito…”. Hum, sei… E o motorista do ônibus? Será mesmo que era necessário correr tanto assim? Por que ele não me ultrapassou, se eu estava deixando espaço pra isso?

Nessa história, não sei o que é o pior: se é o fato de uma criatura dessas ter direito à habilitação para dirigir um veículo de transporte coletivo ou se é um sujeito desses achar que só por que está num veículo grande, é o dono da rua e determina a velocidade que os demais vão andar, mesmo onde há placas sinalizando máxima de 40km/h.

Mais ainda há algo muito pior: esse cara tem título de eleitor e vota… isso é que é preocupante….

Outra visão do desenho, também com arte deste redator

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“O asfalto é um grande ralador, apenas esperando para que você caia nele” (Paulino, advogado e grande amigo, sábio sobre o destino inevitável dos motociclistas)

Quarta-feira, 6 de janeiro de 2010, 7h da manhã. Poderia ser apenas um belo dia de sol forte, de calor insuportável e uma mnhã suarenta anunciando chuvas pro fim do dia.

Como de costume, já estava pronto pra ir ao trabalho, um trajeto de pouco mais de 8km a ser percorrido, como nas manhãs e fins de tarde anteriores. Pego a moto, tiro-a de dentro de casa, fecho o portão, tranco a casa e me equipo: tiro os óculos, ponho o capacete, ponho os óculos, ajusto-os, fecho a viseira e fecho a “juguleira” do capacete. Subo na moto, ajusto a tira da bolsa estilo carteiro que uso para ficar mais curta quanto possível.

Ponho a chave no contato, viro-a. A luz indicando a primeira marcha acende. Aciono o pedal do câmbio até que a moto caia em neutro. Verifico a torneira do combusttível. Está tudo certo. Recolho o descanso lateral da moto, aciono o interruptor do farol e ligo a moto. Acelero suave umas duas vezes, deixo o motor acionado por um minuto e aciono o freio dianteiro, pra em seguida, acionar o câmbio, colocar a primeira marcha e sair. Tudo certo no caminho até a hora de mudar o trajeto…

Mudança de planos

Por conta de uma obra na Rua 14 de julho, próximo à Av. Mascarenhas de Morais, área norte da capital, tenho que dar meia-volta e entrar à direita na primeira rua livre que econtrei. Sigo até a Av. Júlia Maksoud, paro no sinal do cruzamento com a Av. Mascarenhas de Morais. O sinal abre e eu vou. Na minha frente, um Pálio verde. Logo atrás, um Corsa branco.  Agora a Júlia Maksoud passa a se chamar Pedro Celestino. Uma rua que começa a fazer uma curva em “S”. Faço a primeira perna do “S” com perfeição. As placas indicam a máxima de 40km/h. Reduzo… fico em 30km/h…  aciono suavemente o freio traseiro e o dianteiro… reduzo para a 2ª marcha… a velocidade vai a 25km/h… me mantenho assim… reduzo um tanto mais… passo pela segunda metade do “S” aberto…

No meio do caminho tinha tampa…

Com baixa velocidade e freio traseiro ainda sendo acionado de leve, paro de acelerar, pois é um declive. Deixo a moto no freio motor, mas eis que no meio da faixa há uma tampa de bueiro. Devidamente fechada e rente ao piso, mas o suficiente para que a roda traseira perca aderência e tração e faça a traseira da moto sair para a direita. A dianteira insiste em seguir pela esquerda, a moto inclina e eu ganho o chão.

No instante da queda tenho o reflexo de fechar os olhoas e abri-los rapidamente, enquanto ouço o barulho de plástico quebrando e metal arrastando. Caio pra esquerda, com a cabeça virada pra trás e o tronco de bruços. Ainda vejo o Corsa branco vindo na minha direção. Por sorte, o motorista reduz ainda mais a velocidade e desvia com tranquilidade. Nem o condutor do corsa nem os motoristas dos demais carros param pra ver o que houve.

Quem pára é um motociclista que vinha no sentido contrário da rua. Encosta a moto, desce, pergunta se estou bem, me ajuda a levantar a moto do chão. Agradeço pela ajuda. Ele refaz a pergunta e asseguro que está tudo bem.

Sinto as dores da queda. Solto um palavrão repetidas vezes, bravo com o erro que cometi ao cair, não pela ajuda que recebi. O motociclista segue o trajeto com a passageira que levava na garupa. A moto ainda está com o motor acionado e funcionando… desligo-a. Pego o telefone e informo minha namorada do que houve. Me recomponho e vou empurrando a moto até a casa dela, que é próxima ao local. Deixo a moto no estacionamento do prédio e sigo para o Pronto Socorro.

Faço a ficha, passo por uma bateria de radiografias e exames.

O saldo? Algumas queimaduras por abrasão no joelho, panturrilha,  mão e dedo mínimo esquerdos. Pego atestado médico, retorno ao trabalho na manhã seguinte. Desta vez, à pé. Por sorte, nada quebrado em mim. Na manhã desta sexta-feira, um profissional da autorizada vem buscar minha moto. Agora, é esperar para curar as feridas e conseguir o dinheiro necessário para cobrir os gastos com os reparos.

Abaixo, as fotos de como ficaram a moto e o capacete:

Dianteira - lateral esquerda- farol, painel e lanterna danificados

Dianteira - frontal - farol, retrovisor, lanterna e painel danificados

Paralama dianteiro

Uma vista lateral do painel. De inclinado a pouco mais de 30º, chegou a quase 90º com o impacto

Uma olhada mais de perto de como ficou a lente e o aro do farol

Estado do interruptor da iluminação da moto - lado direito do guidão

Estado da proteção e do manete da embreagem - lado esquerdo do guidão

Pedaleira do piloto - lado esquerdo

Lado esquerdo do bagageiro. Acho que vai precisar ser repintado. Se fosse da Dafra Super100, teria resistido assim?

Lado direito - danos no farol e painel

Vista dos estragos no painel

Vista do manete esquerdo e retrovisor esquerdo

Detalhe da seta esqueda traseira. Quebrou, mas continua funcionando!

Agora o detalhe do aro do farol e da seta dianteira esquerda

Mais um close do estrago no pára-lama dianteiro

Outra vista do farol

Detalhe do local no capacete atingido na queda

Outro detalhe do capacete

Detalhe da mão esquerda e dedo mínimo

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Formulei abaixo uma série de resoluções para que tanto motociclistas quanto motoristas mudem de atitude e façam de 2010 um ano com um trânsito melhor para todos, com menos acidentes. Fiquem à vontade para acrescentar novas listas de resoluções nos comentários. As mais interessantes serão juntadas à esta primeira.

A imagem até que é legal. O que não cai bem é a bandeira...

Neste ano de 2010, eu:

– Não vou mais ultrapassar pela direita;
– Vou prestar atenção às preferenciais;
– Vou lembrar que o final de uma rua é SEMPRE parada obrigatória;
– Vou reduzir ao me aproximar de um cruzamento, por que nem sempre os outros condutores se lembram que pode haver alguém na perpendicular;
– Não vou andar com a viseira aberta, nem com o farol apagado, mesmo durante o dia;
– Vou ser mais cortês no trânsito, mesmo que eu me lembre que aquele sujeito no carro ali na frente me fechou uns dois cruzamentos anteriores… ou mesmo que ele não mereça respeito ou cortesia…
– Não vou pegar corredor, nem ficar costurando, como se estivesse indo entregar uma bomba-relógio para um terrorista com distúrbio de ansiedade;
– Vou usar mais meu polegar esquerdo para acionar as setas indicadoras de direção e menos pra buzinar;
– Vou jogar fora aquele capacete “coquinho” inútil e ridículo e arrumar um capacete de verdade, por que mesmo que eu não tenha família, sou importante pra muita gente que precisa de mim vivo e produtivo;
– Não vou instalar escapamentos barulhentos na minha moto, por que isso além de não ter graça nenhuma, ser caro e prejudicar o motor, incomoda muito as pessoas;
– Não vou correr, por que devagar, se chega vivo ao longe e por muitos e muitos anos…

A você leitor, os meus mais sinceros desejos de um Feliz Natal e um Ano-Novo de 2010 repleto de saúde, paz, alegrias, trabalho, amor (que alguma coisa tem que valer a pena nessa vida, não é?) e muitas conquistas!


Feliz Natal e
Feliz Ano-Novo
!

Redação 100cc

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Viajar... hora de se precaver

A Policia Militar Rodoviária (PRE) dá orientações importantes para garantir a segurança nas rodovias com a chegada das férias e das festas de fim de ano. Limites de velocidade, ultrapassagem e a utilização do cinto de segurança são alguns dos aspectos importantes que devem ser levados em conta pelo motorista na hora de viajar com a família.

Velocidade

A orientação é respeitar o limite de velocidade das vias públicas. Os excessos de velocidade, com as ultrapassagens em locais não permitidos pela sinalização, são as principais causas de acidentes de trânsito com vitimas fatais nas rodovias estaduais, num percentual de 70%.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, nas rodovias onde não houver placas regulamentando a velocidade, deve-se obedecer os seguintes limites: 110 km/h para automóveis, caminhões e motocicletas; 90 Km/h para ônibus e microônibus; 80 Km/h para os demais veículos. Nas estradas não pavimentadas, a velocidade máxima permitida é de 60 Km/h para todos os veículos.

Ultrapassagem

A PRE lembra que toda ultrapassagem deverá ser feita pela esquerda, exceto quando o veículo a ser ultrapassado estiver sinalizando a intenção de entrar à esquerda, momento onde será permitida a ultrapassagem pela direita, respeitando a sinalização da via.

Antes de efetuar a ultrapassagem, o motorista deve se certificar: de que não haja outro veículo atrás que já tenha começado uma manobra para ultrapassá-lo; se o veículo que está à frente, na mesma faixa de trânsito, não tenha indicado o propósito de ultrapassar um terceiro; e se a faixa de trânsito que vai tomar esteja livre, numa extensão suficiente para que a manobra não ponha em perigo ou obstrua o trânsito no sentido contrário.

Cinto de Segurança

Os policiais militares estarão atentos para o uso do cinto de segurança, que é obrigatoriedade legal para motoristas e passageiros. O instrumento de segurança evita que o motorista seja lançado fora do veículo em caso de acidente, além de impactos com o painel, volante e pára-brisa.

20/12/2009 09:41–noticiasms/cb / Midiamax. In: http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=671861


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E aqui vai minha dica pessoal: Veja do lado direito do blog o link “condições das rodovias federais”, atualizado pelo DNIT.

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