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Archive for 25 de setembro de 2009

Olá, amigos leitores! Já fazia um bom tempo que estava sem atualizar o blog. Mas, voltando às atividades, vamos ao post de hoje: Comprada a moto, ou arranjado o emprego em que é preciso andar de moto, é chegada a hora de comprar um capacete. E nessa hora, surge a dúvida de qual modelo / marca comprar.

Marcas e modelos não faltam: Bieffe, Tork, Arai, Peels e outras menos conhecidas, com preços e acabamentos variados. Mas como saber se o capacete está bem ajustado à cabeça? Um detalhe que nem sempre tem a devida importância é o ajuste perfeito do capacete à cabeça. Um detalhe que pode ser a diferença entre viver por mais um bom tempo ou terminar a vida num acidente, caso isso venha a ocorrer.

A dica, na hora de escolher é semelhante a de comprar uma roupa: olhe o tamanho. Sim, capacetes têm tamanhos diferentes, e isto é informado normalmente em sua parte externa, na “nuca”. Mas como saber que número você irá usar?

É mais simples do que parece: com o auxílio de uma fita métrica, meça a circunferência de sua cabeça na altura de suas sobrancelhas. O número marcado em centímetros é o número de seu capacete. Pequenas variações podem ocorrer em capacetes importados ou naqueles que não tem origem definida, mas o número que você conseguiu na auto-medição costuma corresponder.

Com o valor em mãos, é pedir o capacete no seu número. Confira: o capacete novo costuma apertar um pouco de início, mas com o tempo e o uso a espuma interna cede, se ajustando aos contornos de sua cabeça. Na hora de experimentar, o capacete não pode ficar frouxo ou solto. Balance a cabeça pra frente e para trás. Ele não deve se movimentar sozinho, deve ficar bem preso à cabeça, mas sem machucar. Faça movimentos para os lados. O capacete também deve ficar justo.

É recomendável um modelo de capacete com forração removível, para uma melhor higiene. Por mais que só você vá usá-lo, um capacete com “chulé” de cabeça não é coisa das mais agradáveis. Fique atento à viseira: segundo o CTB – Código de Trânsito Brasileiro, a viseira quando aberta, não deve ultrapassar a linha do horizonte, ou a linha pouco acima dos olhos, travando a partir desse ponto. Isso é importante para evitar que, caso abra acidentalmente, que a viseira se erga muito, e, se a moto estiver em movimento e em velocidade, que a viseira não abra muito violentamente, causando um efeito de “paraquedas” aerodinâmico, podendo até resultar num acidente mais sério.

Atenção também ao selo do Inmetro, o Instituto Brasileiro de Metrologia. O selo autêntico do Inmetro é sua garantia de estar adquirindo um produto seguro e de qualidade, que foi aprovado nos testes de resistência do Instituto. E fique de olho no prazo de validade do capacete, que é de normalmente três anos, independente dele ter sofrido algum choque. Essa informação da validade encontra-se na parte interna do produto, junto à alça do pescoço ou no topo, pela parte de dentro. Não compre se não atender à esses requisitos.

E por fim, caso seu capacete sofra um choque, como uma queda, ou mesmo tenha sido solicitado numa colisão, substitua o equipamento de imediato, pois ele é projetado para absorver um choque por vez, sendo comprometida a sua estrutura depois disso, mesmo que não haja nenhuma marca visível que indique a troca.

Feito tudo isto, é escolher o modelo que mais lhe agrade, pegar a motoca e fazer rastro!

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PS: O capacete que escolhi, como sabem, é o Peels Mach 5. Ele tem forro lavável, viseira prometida como anti-risco, cinta jugular, argola para prender na trava de capacete da moto, além de entradas de ar para evitar embaçamento e duas proteções dobráveis incorporadas ao queixo, para nariz e boca (fotos):

”]Detalhe da entrada de ar frontal, que promete não deixar a viseira embaçar (mas deixa o capacete abafado) [em vermelho]
Proteções dobráveis para nariz e queixo no Mach-5 (destacadas em vermelho)

Proteções dobráveis para nariz e queixo no Mach-5 (destacadas em vermelho)

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