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Archive for 3 de setembro de 2009

Com que capacete eu vou…?

Olá, amigos leitores! Voltei, após um breve e suarento verão (Campo Grande-MS é o local aqui na Terra de onde o Sol tira energia para aquecer o restante do universo, sabia? –Bom, é mentira e exagero, mas quem mora aqui, sabe que é quase isso…). Bom, deixando a enrolação, vamos ao que interessa: o post de hoje!

Andar de moto, pra mim, tem sido uma nova (e eu espero que boa) experiência. Como o redator deste blog aqui é peso-pena, com parcos 63Kg diluídos em 1,80m, qualquer motinho ganha fácil de mim na balança. Com a minha Hunter 100cc tem sido assim: os 85Kg dela contra os meus 22 a menos já dão conta da dificuldade que venho tendo inicialmente para empurrá-la pra dentro de casa. Lamentavelmente, minha casa tem um acesso difícil, cheio de degraus, que espero resolver em breve.

Além desse inconveniente, há o perigo pra mim em pilotar, pois possuo visão monocular e meu olho bom é tão frágil quanto o não-bom. Como é o único que tenho e pretendo mantê-lo em pleno funcionamento, um bom capacete é fundamental para isso.
Na loja em que comprei a Hunter, como já relatei num post anterior, não havia capacetes no número que precisava (58). Só maiores ou menores. Como a motoca já havia chegado e era urgente o emplacamento, tive de às pressas providenciar ao menos um capacete. Pesquisando em 4 lojas no centro da cidade, me decidi pelo Peels Mach-5.

E por que?

O capacete agrada pelo fato de ter casco —ou carcaça, se você preferir— inteiriço, sem aquela emenda no meio dele, que dizem ser perigosa em caso de acidente. Imagino isso pelo plástico ser mais fino por ali. Prefiro não descobrir se isso é fato, sinceramente. Pretendo chegar à velhice me gabando de nunca ter quebrado nenhum osso meu.
Este Mach-5 tem ainda como positivo o fato da viseira ser de policarbonato, que promete ser anti-risco. Veremos se de fato é mesmo durante o uso… Possui uma tomada de ar na frente, na queixeira, que diz no manual servir para não embaçar a viseira na chuva ou pelo “bafo” do piloto. Nesse ponto, nem deu pra testar, por que usá-lo com a viseira baixada significa ter ouvidos de Beethoven, pois o capacete deixa o usuário seriamente isolado dos ruídos externos. Um perigo, convenhamos…
Fora isso, é leve, bem-acabado, tem cinta jugular na tira de amarração, com argola para travá-lo, caso o proprietário tenha moto com trava de capacete. Não é o meu caso, infelizmente. Fica a dica.

Avaliação
O quê: capacete Peels Mach-5
Quanto: entre R$ 90 / R$ 100
Onde: concessionárias de moto, lojas de peças para moto e especializadas no setor.
Positivo: pouco peso, bom acabamento, promessa de viseira anti-risco e entrada de ar antiembaçamento; forração removível e lavável.
Negativo: abafado (entrada de ar não serve para ventilar), isolamento acústico excessivo (o que o torna perigoso).
Custo/benefício: de médio a bom.

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“independência locomotora é como nascer de novo”

              É com essa frase de meu amigo Rodrigo, um corumbaense de nascimento, jornalista por formação e motociclista por opção, que começo esse post de hoje. Finalmente, amigos leitores, chegou a tão aguardada independência locomotora para mim: Na manhã de sábado, 29 de agosto, consegui juntar a soma necessária para a compra da Hunter 100cc. Fui até a loja Sundown em que ela estava pelo preço mais em conta que encontrei: R$ 2990,00 — o preço de tabela, inclusive, da motoca no website da Sundown / B&M.

             Fui até lá, decidido do que ia fazer, e fiz: procurei pela vendedora que vinha me atendendo desde o começo dessa empreitada — há alguns meses — pra contar a boa-nova: ia fechar a venda. Feito todo o processo, assinados os papéis e gerada a nota fiscal, foi hora de negociar os brindes, descontos e alguma bajulação. Afinal de contas, não deve ser todo dia que aparece alguém tão decidido assim, não é?

            Não consegui descontos no valor diretamente da moto, mas consegui adquirir um capacete por um preço especial e outro veio de brinde, ambos do mesmo modelo e marca. Havia apenas um, tamanho que vim a descobrir mais tarde ser 2 números maior que o correto para mim. Voltei à loja no início da tarde de segunda-feira, para trocá-lo e informar o endereço da entrega, já que a moto havia sido ativada na manhã da segunda-feira, 31/8.

 Problema é que infelizmente, não havia estoque na loja com capacetes no meu número. Em qualquer marca/modelo. Deixei então o pedido feito pelo par de capacetes, com a promessa de que na terça-feira 8/9 eles chegarão. Confirmei o endereço de entrega e me foi dito que ainda naquela tarde seria entregue a motocicleta no endereço informado por mim. Chegadas as 18 horas, a moto ainda não havia chegado. Liguei na concessionária para saber o que havia acontecido. Sabe-se Deus por que, não puderam entregar naquele dia. Imagino e espero que tenha sido por que estão vendendo muito bem. Do contrário, qualquer outro argumento fica difícil de digerir.

 A pessoa que me atendeu pediu desculpas pela demora na entrega e me assegurou na primeira hora da manhã do dia seguinte (leia-se esta terça-feira, 1/9) a moto seria então entregue no endereço que eu havia informado. Aí recai no meu entendimento do que é “primeira hora da manhã”: pra mim, é o período das 6h às 7h30. Como é uma loja, entendo que a primeira hora deles deve ser às 9h, já que comércio costuma abrir às 8h.

 Fui pra casa esperando então pelo dia seguinte. Como de costume, fui ao trabalho. Lá pelas 9h, ligo pra saber se a moto já estava na entrega. Para surpresa minha, ainda não. Insisti para que entregassem logo, afinal, se estava prometida para ser entregue, nada melhor e mais natural do que entregar, não é?

 Por fim, perto já das 10h, recebo o aviso de que a dita cuja havia sido finalmente entregue. A moto foi inicialmente para casa de meu amigo Doc*, pois ele mora mais próximo do Detran do que eu (20 Km tá bom pra você?), e  tem experiência com a pilotagem. No próximo post, conto a vocês o que foi essa ida ao Detran…

 

E fica no ar: Se tive essa dificuldade toda pra receber a moto, comprada à vista, o que vai ser depois? Tomara que não seja um mal presságio…
            *este nome foi alterado para preservar a identidade da pessoa.

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