(Matéria originalmente publicada em: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/10347/cadastroboletim.aspx)
Depois de um bom tempo no limbo e sem produzir de outubro a janeiro, a Sundown Motos esboça reação. A marca chegou a ocupar o terceiro lugar em emplacamentos por nove meses entre 2004 e 2006, mas entrou em forte declínio com a crise mundial de 2008. Segundo o antigo presidente, Walther Biselli, a empresa só não fechou por causa da boa participação da marca em cidades do interior.
Em dezembro de 2009, Biselli anunciou um investimento de R$ 15 milhões em novos produtos por parte dos empresários Edilson Binotto e Fernando Buffa. A promessa das novidades, para janeiro de 2010, não se concretizou.
Muitas revendas fecharam. Sobre essa demora na reação e as perspectivas para um mercado mais concorrido, Fernando Buffa, atual presidente da empresa, falou com exclusividade à Automotive Business. Aos 51 anos, o engenheiro mecânico formado pela USP em São Carlos (SP) promete novos modelos para o início de julho de 2011.
Automotive Business - De acordo com os números publicados pela Abraciclo, a Sundown parou de produzir motos em outubro de 2010.
Fernando Buffa - De fato, a produção ficou parada até janeiro deste ano. Voltamos a produzir e estamos montando entre 2,3 mil e 2,4 mil unidades por mês, distribuídas entre os modelos Web 100, Future 125, Max 125 e Hunter 100. [Nota da redação: todos estes modelos fazem parte da linha antiga, que a marca já montava antes crise de 2008.]
Quantas revendas permanecem abertas e como a Sundown convencerá empresários a investir novamente numa concessionária da marca? Eles terão algum tipo de facilidade, vantagens, campanhas na TV?
Temos 184 pontos de venda, 110 concessionárias e 67 oficinas autorizadas. Para a abertura de concessionárias estamos dando prioridade às regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul.
Apresentamos a eles um plano de trabalho com base no desenvolvimento de produtos, serviços e especialmente no pós-vendas, que para mim é o ponto mais importante. Reconheço problemas com a marca. Vender é um desafio, mas manter o produto é um desafio ainda maior.
Qual é o investimento para abrir uma concessionária Sundown?
Numa cidade de porte médio e estimativa de venda de 40 a 50 motos por mês, são necessários cerca de R$ 200 mil, incluindo capital de giro, produtos e instalações, fora o ponto. Para uma cidade grande e volume de 80 a 90 motos por mês, esse valor sobe para R$ 320 mil a R$ 330 mil.
E os produtos novos, quando chegam? Eles foram prometidos para janeiro de 2010.
Chegam às revendas em julho. Teremos um novo scooter, o Outlook 150, renovamos a V-Blade 250 cc e haverá também uma esportiva de 250 cc, a Roadwin. Durante o primeiro semestre de 2010 houve conflitos que não permitiram que a empresa andasse, como problemas para a transferência das ações da Tophill. Um processo que normalmente levaria duas a três semanas levou quatro meses.
A Sundown chegou a ser a terceira em vendas no Brasil, mas agora existem novos concorrentes. Com quem a marca vai dividir mercado?
Vamos brigar com Suzuki, Dafra e Kasinski, mas com serviços muito melhores.
E a produção de bicicletas, como está? Houve um período em que as redes de hipermercados eram repletas de modelos Sundown.
Não fazemos mais bicicletas. Não temos como produzi-las aqui pela margem que fica para nós quando vendemos para as redes de hipermercados.
E o que garante que a marca não vai morrer e que esses novos anúncios e nossa conversa não são apenas uma cortina de fumaça?
O que garante é que eu e meu sócio (Edilson Binotto) não gostamos de jogar dinheiro fora. Estamos fazendo investimentos na marca e em forma de patrocínio automobilístico (em modalidades como Fórmula Indy e Racing Festival). Temos contratos a cumprir.
Como esclarecimento, segundo a Sundown, o processo de reestruturação societária a que a companhia se submeteu teve alguns desdobramentos recentes.
As empresas ESB (Edilson Binotto) e Phenix (Fernando Buffa) concluíram o processo de aquisição das ações do fundo de participações Tophill e conjuntamente passaram a deter 78,28% do capital da Brasil & Movimento (B&M), tornando-se, desta forma, os novos controladores da empresa.
Completam a sociedade a Holding Airumã, com 14,77%, e a empresa SWN, com 6,95%.
Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/10347/cadastroboletim.aspx





Eu gostaria de saber, o que eles vão fazer com pessoas como eu, que comprei uma STX 200 Motard em agosto de 2009 e no meio de 2010 não tive mais a garantia da moto.
Será que vão cobrir todos os custos que tive com a moto?
Será que vão querer a minha moto usado como parte do pagamento para pegar um modelo novo?
Essas perguntas que eu gostaria que o Sr. Edilson Binotto e o Sr. Fernando Buffa, responde-se há todos os clientes que foram enganados e feitos de trouxa pela MARCA SUNDOWN MOTOS.
Olá, Rodrigo Ferreira. Você pode enviar contato para a Sundown pelo número informado no texto da matéria anterior>>
CONTATO – O antigo número 0800 da Sundown foi desativado e, segundo a empresa, um novo contato para atendimento a clientes só aguarda aprovação da Telefônica, de São Paulo. Enquanto isso, consumidores podem entrar em contato somente pelo PABX da marca: (11) 3320-5200.
De qualquer forma, vou incluir suas perguntas numa entrevista que estou elaborando. Muito agradecido pela sua visita e pelo seu comentário.
Daniel Francelino.
Editor.
Só tem papo esse cara, enquanto ele inventa história pra enrolar a imprensa, os funcionários estão sem receber 1 centavo sequer, processos trabalhistas que não acabam mais, fora fornecedores nacionais e da China.
Para de enrolar o povo Fernando Buffa e honra as promessas feitas.
Isso é ridículo, trabalhamos tantos anos dando nosso melhor pela Sundown e o que recebemos em troca é nada?? É essa falta de respeito total e agora falando como se tudo fosse mil maravilhas, como se estive tudo certo.
Seja “o cara” honrando o nome da empresa com quem tanto fez por ela e depois sim siga em frente de cabeça erguida!
ola amigo eu tenho uma stx motard e tenho que recorrer a internet,e ferro velhos,e tambem a algumas adaptaçoes para manter minha moto.eu queria saber se com a volta da sundown,teremos peças de reposição para motos da marca,e se aqui no recife vai ter alguma revenda para que eu possa novamente ter um serviço da autorizada.queria deixar um desabafo a moto e boa não tenho duvida o que acabou e que deveria ter e mais respeito ao consumidor que deu credito a marca e não teve nenhum retorna neste tempo que a marca ficou parada,espero que com a volta da marca se relmente for verdade os senhores donos tenhan mais respeito com o pos venda que um dos pilares que qualquer marca ten que ter aguardo a resposta
O q a sundown fez deveria ser considerado crime por danos morais e financeiros.
tive uma future, quebrou tanto que devolvi a moto e entrei na justiça em 2009, ganhei a causa agora em dez/2011, não recebi, quem quiser ter uma bela dor de cabeça, compre.